
No dia anterior, a moeda norte-americana recuou 1,56%, vendida a R$ 5,0999. Cédulas de dólar
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O dólar opera em alta nesta sexta-feira (13), após o anúncio de medidas econômicas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), para controle das contas públicas.
Às 9h01, a moeda norte-americana subia 0,44%, a R$ 5,1222. Veja mais cotações.
No dia anterior, a moeda norte-americana recuou 1,56%, vendida a R$ 5,0999, no menor patamar desde 4 de novembro, quando fechou a R$ 5,0590. Com o resultado de hoje, passou a acumular queda de 3,37% no ano.
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No cenário local, o destaque fica por conta do pacote de medidas econômicas anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), na quinta-feira. As principais ações do chefe da área econômica no governo Lula buscam aumentar a arrecadação para tentar reduzir o rombo das contas públicas.
Entre as medidas estão novo programa de parcelamento extraordinário de dívidas, chamado de “Litígio Zero”, nos moldes dos antigos programas conhecidos como Refis, intenção de reduzir R$ 50 bilhões em despesas (revisão de contratos e programas e autorização para gastar abaixo do previsto na lei orçamentária) e retirada do ICMS da base de cálculo dos créditos tributários de Pis/Cofins. A medida pode aumentar a arrecadação em R$ 30 bilhões.
O Banco Central divulga o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) de novembro de 2022. Em outubro, o IBC-Br caiu 0,5% na comparação com setembro. Na variação anual, houve alta de 3,68%. Para o término do ano de 2022, a projeção de nove instituições e consultorias apontam alta de 3%.
O IBGE divulgou que a produção industrial teve queda em novembro em 6 das 15 regiões pesquisadas.
No exterior, os investidores repercutem os dados sobre a inflação nos Estados Unidos. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) caiu 0,1% em dezembro, de acordo com dados do Departamento do Trabalho do país.
Em 12 meses, o índice de preços ao consumidor acumula alta de 6,5% contra 7,1% em outubro. O resultado abaixo do esperado pode ajudar o Federal Reserve (Fed) a reduzir o ritmo de aumento dos juros americanos. Atualmente, as taxas americanas estão entre 4,25% e 4,5% ao ano.
Com os juros altos, títulos públicos americanos, considerados os mais seguros do mundo, oferecem vantagem frente aos ativos de risco, como as moedas e mercados de ações de países emergentes. Se o ritmo de altas dos juros nos EUA for reduzido, isso pode beneficiar o real.
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