
Podcast ‘De onde vem o que eu como’ explica como incrementar a receita e evitar que a carne fique seca depois de pronta. Ave assada é tradicional na ceia de Natal.
Monstera/ Pexels
Os mais corajosos – ou que não querem ter um gasto extra com encomendas – costumam fazer em casa o peru assado do Natal. Mas tirar a ave do forno pode ser uma surpresa não muito positiva, não é mesmo?
Para não errar no preparo, a chef de cozinha Camilla Ruggeri explicou no podcast “De onde vem o que eu como” como fazer para a carne não ficar seca depois de horas no forno. “Fica um gosto fenomenal”, destaca. Na sequência, leia dicas de como temperar e fazer combinações com o prato:
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Descongelamento e tempero
Nada de deixar a ave boiando na água e nem em cima da pia. A chef Camilla Ruggeri explica que o descongelamento começa bem antes, no dia 20. Nesta data, já é hora de tirar a ave do congelador e deixar na geladeira.
O tempero também exige cuidado. Ela ensina a preparar uma marinada com vinho branco seco, sálvia, tomilho e um pouco de sal (muito sal desidrata a carne, anote aí). “Pode deixar nessa marinada por uma ou duas noites”, ela completa.
E nada de colocar suco de limão, porque também resseca a carne. No máximo, raspas da fruta, ou então de laranja.
Peru deve ficar entre três e quatro horas no forno.
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DE ONDE VEM: veja os vídeos da série
Tempo de forno
Antes de assar, não se esqueça de preaquecer o forno em temperatura baixa (entre 180 e 200ºC) por vinte minutos. Cubra a ave com papel alumínio e coloque para assar em 180ºC. O tempo de forno varia entre três e quatro horas.
O papel alumínio deve ser retirado nos vinte minutos finais, para dourar a carne. Se você preferir peru recheado com farofa, a dica da Camilla Ruggeri é assar primeiro e depois rechear, porque senão demora ainda mais no forno.
Como acompanhamento, a chef sugere peru assado com geleia de frutas vermelhas. “Fica uma combinação super gostosa”, destaca.
Ouça também:
De onde vem o que eu como: queijo
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