
Disparo ocorreu durante testes, segundo governo norte-coreano. Pyongyang teve recorde de manobras militares em 2022, a maioria em resposta a exercícios conjuntos entre EUA e Coreia do Sul, o que aumento as tensões na região. O líder norte-coreano Kim Jong Un orienta um teste de motor de combustível sólido de alto impulso como parte do desenvolvimento de uma nova arma estratégica
KCNA via REUTERS
A Coreia do Norte disparou dois mísseis balísticos neste domingo (18) perto da costa do Japão e da Coreia do Sul, segundo fontes oficiais de Seul e Tóquio.
O vice-ministro da Defesa do Japão, Toshiro Ino, disse que os mísseis pareciam ter caído fora da zona econômica exclusiva do Japão (ZEE) e não houve relato de danos.
LEIA TAMBÉM: Coreia do Norte: Kim Jong-un está preparando filha para ser sua sucessora?
O lançamento do míssil pela Coreia do Norte ocorre apenas alguns dias após o país testar um “motor de combustível sólido de alta propulsão” que, segundo especialistas, permitiria o lançamento mais rápido e móvel de mísseis balísticos.
A Academia de Ciência de Defesa da Coreia do Norte, desenvolvedora de armas militares do país, alegou que o teste deste domingo tinha como objetivo testar equipamentos como lançador do míssil, radar e veículo de comando de batalha, além do desempenho de combate, de acordo com a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA.
Seu condenou as manobras.
Ao longo de 2022, Pyongyang fez dezenas de testes de mísseis, um número sem precedentes. Boa parte das manobra foi feita em retaliação a uma parceria militar entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul, que realizaram exercícios conjuntos na região, em uma tentativa de Washington de aumentar sua influência na área.
Após mísseis da Coreia do Norte, EUA enviam mais aviões para exercício na Coreia do Sul
Um dos testes norte-coreanos lançou um míssil balístico intercontinental capaz de atingir o continente americano, apesar das proibições e sanções internacionais.
O Japão revelou na sexta-feira seu maior reforço militar desde a Segunda Guerra Mundial, com um plano de US$ 320 bilhões para comprar mísseis capazes de atingir a China e prepará-la para um conflito prolongado.
Trending
- Michelle Bolsonaro registra candidatura ao Senado e tem irmão como suplente
- ‘EUA fazem guerra e lucram com a morte’: muro de embaixada é pichado em Brasília
- Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres
- Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 38 milhões neste domingo
- Jhordan Matheus volta ao TCS com espetáculo “Passando de Fase”
- Projeto reúne 400 crianças em dois dias de formação esportiva em Abrantes
- II Semana de Juventude de Camaçari acontecerá de 19 a 23 de agosto
- OEA enviará missão internacional para acompanhar eleições no Brasil
