
Em 90, quando a Argentina perdeu para Camarões, o então presidente Carlos Menem estava no estádio para ver o jogo. Depois disso, nenhum outro presidente foi ver a seleção argentina jogar na Copa. O presidente argentino Alberto Fernández acena durante uma cúpula do Mercosul em Montevidéu, Uruguai, em 6 de dezembro de 2022
Matilde Campodonico/AP
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, anunciou que verá a final da Copa do Mundo entre a seleção ‘azul celeste’ e a França “em casa”, ao desistir de viajar ao Catar.
“Como milhões de compatriotas, vou desfrutar da Final da Copa do Mundo em casa”, anunciou o presidente argentino no Twitter.
“Vivenciarei este momento fantástico como até agora, junto da minha gente. No campo estarão os melhores dos nossos e, nas arquibancadas, uma torcida gloriosa. Além disso, superstição é superstição”, escreveu Fernández no sábado (17).
Essa superstição a que ele se refere é por causa de uma derrota da Argentina para Camarões na Copa de 90, quando o então presidente Carlos Menem foi ao estádio ver o jogo. Depois desse episódio, os presidentes seguintes não foram mais ver a seleção argentina jogar em uma Copa do Mundo.
Em contrapartida, seu homólogo francês, Emmanuel Macron, viajará ao Catar para assistir à decisão do Mundial, segundo foi anunciado oficialmente. Diferente da superstição argentina, a presença do presidente francês tem dado melhores resultados. Macron comparecerá a Doha no domingo, pela segunda vez em três dias, depois de assistir à semifinal na quarta-feira entre França e Marrocos.
O presidente francês Emmanuel Macron torce durante a semifinal entre França e Marrocos na Copa do Catar, em 14 de dezembro de 2022
Manu Fernandez/AP
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