
No dia anterior, indicador fechou em queda de 1,02%, a 109.068 pontos. Ibovespa
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O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em queda nesta quinta-feira (8), com o mercado repercutindo a aprovação da PEC da Transição no Plenário do Senado e a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil em manter a Selic em 13,75% ao ano.
Às 10h21, o Ibovespa caía 0,32%, a 108.719 pontos. Veja mais cotações.
No dia anterior, o indicador fechou em queda de 1,02%, a 109.068 pontos. Com o resultado, o índice acumula queda de 3,03% no mês. No ano, entretanto, tem alta de 4,06%.
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O que está mexendo com os mercados?
Na noite desta quarta-feira, o Senado Federal concluiu a votação da PEC da Transição, que foi aprovada em dois turnos com larga vantagem e segue para avaliação na Câmara dos Deputados. A proposta da equipe de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, visa abrir espaço para custear as principais promessas de campanha do governo.
O texto aprovado amplia o teto de gastos em R$ 145 bilhões para acomodar o Bolsa Família de R$ 600, mais um auxílio de R$ 150 por criança de até seis anos, além de liberar verba para outros programas sociais. A validade para este aumento no Orçamento é de dois anos e Lula terá oito meses, até agosto de 2023, para enviar ao Congresso um novo regime fiscal em substituição ao teto de gastos.
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O Copom decidiu na véspera pela manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano, patamar que permanece pela terceira reunião consecutiva.
Ainda no cenário doméstico, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que as vendas no varejo cresceram 0,4% em relação a setembro e 2,7% na comparação anual.
No exterior, investidores aguardam pela divulgação da inflação dos Estados Unidos nesta sexta-feira (9), que pode ditar os rumos da próxima reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), marcada para terça e quarta-feira da semana que vem.
O mercado espera por mais uma alta nas taxas de juros do país, hoje entre 3,75% e 4,00% ao ano, mas numa proporção menor do que a observada nas últimas reuniões – em que o Fed promoveu aumentos de 0,75 ponto percentual.
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