• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Alemanha vence e tira invencibilidade do Brasil na Liga das Nações

junho 23, 2026

SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio

junho 23, 2026

Bahia avança na educação infantil, mas ainda enfrenta desafios históricos

junho 23, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Alemanha vence e tira invencibilidade do Brasil na Liga das Nações
  • SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio
  • Bahia avança na educação infantil, mas ainda enfrenta desafios históricos
  • Fux mantém exclusividade do BRB para depósitos judiciais do TJ da Bahia
  • IR terá maior lote de restituição da história; veja como consultar
  • Com luzes e cores, espaços instagramáveis conquistam público no Camaforró 2026
  • Governo do Estado autoriza pacote de investimentos superior a R$ 8,7 milhões para fortalecer a saúde de Cabaceiras do Paraguaçu
  • Com 4 surfistas, Brasil segue na briga pela etapa de Saquarema
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
Home»Economia»Senado inicia sessão para votar PEC que aumenta o teto de gastos para pagar Bolsa Família
Economia

Senado inicia sessão para votar PEC que aumenta o teto de gastos para pagar Bolsa Família

uesleiiclone8By uesleiiclone8dezembro 7, 2022Nenhum comentário6 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
senado-inicia-sessao-para-votar-pec-que-aumenta-o-teto-de-gastos-para-pagar-bolsa-familia
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Relator no Senado reduziu prazos e valores para aprovar texto na CCJ, na terça; Câmara ainda vai analisar. PEC tenta garantir espaço no Orçamento para Bolsa Família de R$ 600 a partir de janeiro. O Senado iniciou nesta quarta-feira (7) a sessão em plenário para votar proposta de emenda à Constituição (PEC) que eleva o teto de gastos para que o próximo governo possa manter a parcela de R$ 600 do Bolsa Família (atual Auxílio Brasil) e financiar outros programas sociais a partir de janeiro.
A chamada PEC da Transição é a grande aposta do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para cumprir as principais promessas de campanha.
A PEC precisa de pelo menos 49 votos favoráveis, em dois turnos. Se isso acontecer, a proposta segue para a Câmara dos Deputados.
O texto prevê:
ampliação do teto em R$ 145 bilhões para acomodar Bolsa Família e outros programas;
validade de dois anos para este aumento do Orçamento, 2023 e 2024;
prazo até o fim de agosto para o governo Lula enviar ao Congresso um novo regime fiscal em substituição ao teto de gastos.
O teto de gastos é uma barreira fiscal que proíbe o governo aumentar despesas acima do que foi gasto no ano anterior acrescido da inflação. Se o governo não arrecada tanto quanto gasta, a regra limita o valor da dívida pública que será gerada.
Quando atingido o teto, os investimentos públicos são bloqueados, ou seja, a União não consegue emitir mais dívidas para pagar contas.
Está prevista para hoje a votação da PEC da transição no Senado
Orçamento do Bolsa Família
O presidente Jair Bolsonaro enviou ao Congresso o projeto do Orçamento de 2023 com uma reserva de R$ 105 bilhões para o Bolsa Família. Esse valor só permite o pagamento mensal de uma parcela de R$ 405 para os beneficiários.
A PEC foi a ferramenta encontrada pelo novo governo petista para completar a mensalidade, atingir os R$ 600, e ainda garantir mais R$ 150 por criança de até 6 anos na família.
Então, além dos R$ 105 bilhões, a PEC possibilita mais R$ 145 bilhões de folga no Orçamento, tudo dentro da regra fiscal. O dinheiro pode ser dividido da seguinte forma:
R$ 70 bilhões para inteirar a mensalidade do Bolsa Família e bancar o adicional por criança;
e R$ 75 bilhões para aumento do salário mínimo, complementação do Farmácia Popular, merenda escolar, entre outros.
Inicialmente, a equipe de transição estudou excluir do teto R$ 175 bilhões (orçamento total do Bolsa Família), de forma permanente, mas essa ideia foi barrada pela cúpula do Congresso e pelas bancadas que integram o Centrão. O mercado também reagiu negativamente a esse drible na regra fiscal.
Os articuladores petistas no Senado, Jaques Wagner (BA) e Paulo Rocha (PA), aceitaram um meio termo.
Com isso, a alternativa de subir o teto em R$ 145 bilhões foi aprovada já nesta terça-feira pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A mudança consta no parecer do relator, Alexandre Silveira (PSD-MG), que será levado a plenário.
Nova ‘âncora fiscal’
Segundo o projeto, o teto de gastos deverá ser substituído por outra âncora fiscal – ou seja, outro indicador de saúde do gasto público. A PEC fixa prazo de oito meses, até agosto de 2023, para o avanço desse debate.
Até o fim desse prazo, o presidente da República deverá encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei complementar “com objetivo de instituir regime fiscal sustentável para garantir a estabilidade macroeconômica do país e criar as condições adequadas ao crescimento socioeconômico”.
A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) diz que o governo não pode criar despesa ou expandir políticas públicas sem antes apontar uma fonte de financiamento para bancar tal ação. O parecer de Silveira dispensa o governo de cumprir a regra em caso de aumento de despesas com o Bolsa Família e o Auxílio Gás.
Despesas fora do teto
O texto permite o uso de até R$ 23 bilhões em investimentos já neste ano fora do teto de gastos. Os recursos virão do excesso de receita, se a União arrecadar mais dinheiro de um imposto do que previa.
A validade do dispositivo neste ano também foi uma demanda do Centrão em troca da aprovação da PEC. Isso, porque os R$ 23 bilhões vão possibilitar a liberação de R$ 7,7 bilhões em emendas de relator ainda este ano, chamadas de orçamento secreto pela falta de transparência e critérios na distribuição dos recursos entre os parlamentares. O montante está atualmente bloqueado justamente para cumprimento do teto.
Desta forma, deputados e senadores conseguirão cumprir promessas de campanha destravando obras, por exemplo, em seus redutos eleitorais. Eles vão poder empenhar (reservar) os valores agora, para que sejam efetivamente pagos no ano que vem.
Outro ponto autoriza o novo governo a usar o dinheiro esquecido por trabalhadores nas cotas do PIS/Pasep sem que essa despesa seja contabilizada no teto de gastos. De acordo com a Caixa Econômica, R$ 24 bilhões em cotas do PIS/Pasep estão disponíveis para mais de 10 milhões de pessoas. Esse dinheiro poderia ser usado pelo governo para investimentos, conforme a PEC.
Desta forma, o impacto anual total da PEC pode chegar a R$ 192 bilhões.
A PEC também retira das limitações do teto de gastos:
os investimentos financiados através de parcerias internacionais;
as doações para projetos socioambientais e relacionados às mudanças climáticas;
as doações recebidas por universidades federais;
a transferência de recursos dos estados para a União executar obras e serviços de engenharia.
Outros pontos
A proposta também prorroga até 2024 uma legislação que já existe para auxiliar o governo a cumprir as contas públicas, porque desvincula (libera) 30% do que é arrecadado com contribuições sociais para cobrir outras despesas, sem prejuízo da Previdência.
O texto garante, até 2026, o limite de pagamento anual dos precatórios – dívidas da União reconhecidas pela Justiça em decisões das quais não cabem mais recursos. E muda o cálculo do valor que deverá ser pago.
O preço da aprovação
Na mesa de negociações para a aprovação da PEC estão cargos no novo governo. O relator do texto, Alexandre Silveira, e o presidente da CCJ, Davi Alcolumbre (União-AP), vêm conversando com interlocutores de Lula sobre postos, como a liderança do governo no Senado e o comando do Ministério da Infraestrutura.
Uma das alterações feitas na PEC diz que o espaço adicionado no teto “poderá ser destinado ao atendimento de solicitações da equipe de transição e das comissões permanentes do Congresso”.
O primeiro texto dizia que o dinheiro seria “exclusivamente” administrado pelo novo governo. Os recursos poderão também ser aplicados a partir de janeiro por meio de dois tipos de emendas parlamentares, que não são as do relator, neste caso.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleCotado para Fazenda, Haddad se reúne com executivos do Banco Mundial
Next Article Sensações de insanos dezembros
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

IR terá maior lote de restituição da história; veja como consultar

junho 23, 2026

INSS: termina neste sábado prazo para contestar descontos indevidos

junho 22, 2026

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 42 milhões neste sábado

junho 21, 2026

Motoristas de apps e taxistas já podem pedir financiamento

junho 21, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Brasil

Alemanha vence e tira invencibilidade do Brasil na Liga das Nações

By Patriciajunho 23, 20260

Foto: VNL/Divulgação Depois de emendar sete vitórias consecutivas para começar a competição, a seleção brasileira…

SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio

junho 23, 2026

Bahia avança na educação infantil, mas ainda enfrenta desafios históricos

junho 23, 2026

Fux mantém exclusividade do BRB para depósitos judiciais do TJ da Bahia

junho 23, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.