As autoridades neozelandesas assumiram nesta quarta-feira (7) a custódia temporária de um bebê cujos pais impediam uma cirurgia de vida ou morte porque a criança poderia receber sangue de doadores vacinados contra a Covid-19.
O Tribunal Superior de Auckland ordenou que a criança de seis meses, identificada apenas como “Bebê W”, seja colocada sob tutela parcial, o que permitirá a cirurgia urgente para corrigir um problema cardíaco, a estenose pulmonar valvar.
O procedimento cirúrgico foi adiado porque os pais não aceitavam uma transfusão de sangue procedente de doador que tenha recebido uma vacina de RNA mensageiro, a tecnologia utilizada nos imunizantes anticovid da Pfizer e Moderna.
“A questão primordial é se o tratamento proposto é do melhor interesse (do bebê)”, afirmou o tribunal em um comunicado.
A criança está agora sob “tutela médica do Tribunal” até o “fim da cirurgia” e sua recuperação, até o fim de janeiro no mais tardar.
Os pais permanecerão como tutores “para todos os outros propósitos” e serão “informados sobre a natureza e o progresso da condição e tratamento do Bebê W”, afirma a sentença.
As autoridades de saúde do país rejeitaram o pedido dos pais de usar sangue de não vacinados.
A Nova Zelândia não faz distinção entre doações de pessoas vacinadas ou não contra a covid, pois não há risco extra pelo uso de sangue de pessoas que receberam a vacina.
Trending
- Presidente do Senado marca para segunda votação do fim da escala 6×1
- Visita técnica prepara praias de Camaçari para nova temporada do Bandeira Azul
- Novo espaço do Ceonc é entregue à população e amplia assistência oncológica em Camaçari
- Outubro Rosa: Bahia deve ter 4.480 novos diagnósticos de câncer de mama em 2026
- Qualifica Mulher inicia curso de manicure e pedicure na Carreta da Beleza
- Obra da nova Avenida Acajutiba avança com recapeamento asfáltico
- Pix por aproximação deixa de ter teto de R$ 500 a partir desta quinta
- Circuito de Feiras Criativas abre inscrições para empreendedores de Camaçari
