• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Frente Ambientalista lança plano para orientar agenda do Congresso

abril 16, 2026

Gasto com pessoal e benefícios fiscais terão limite a partir de 2027

abril 16, 2026

Lula diz que país não precisa de escola cívico-militar na educação

abril 16, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Frente Ambientalista lança plano para orientar agenda do Congresso
  • Gasto com pessoal e benefícios fiscais terão limite a partir de 2027
  • Lula diz que país não precisa de escola cívico-militar na educação
  • Governo do Brasil propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027
  • Arembepe recebe Feira Camaçari Mulher a partir desta quina-feira
  • Abono salarial começa a ser pago para nascidos em março e abril
  • Enem 2026: saiba a documentação para justificar ausência em 2025
  • Bailarina brasileira Bethania Nascimento é homenageada em Nova York
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Vacina Reumato de Amor
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Vacina Reumato de Amor
Home»Educação»Sem orçamento, UFU tem condições de funcionar até agosto de 2023
Educação

Sem orçamento, UFU tem condições de funcionar até agosto de 2023

uesleiiclone8By uesleiiclone8dezembro 6, 2022Nenhum comentário6 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
sem-orcamento,-ufu-tem-condicoes-de-funcionar-ate-agosto-de-2023
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Reitor Valder Steffen Júnior disse em coletiva nesta terça-feira (6) que situação da universidade só voltará ao normal caso haja recomposição no orçamento bloqueado pelo Governo Federal. Reitor da UFU, Valder Steffen Jr., e pró-reitor Darizon Alves de Andrade cederam entrevista coletiva
Reprodução/Comunica UFU
O reitor da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Valder Steffen Júnior, e o pró-reitor de Planejamento e Administração, Darizon Alves de Andrade, cederam entrevista coletiva nesta terça-feira (6) para comentar o bloqueio de R$ 5,8 milhões no limite de empenho sofrido pela instituição. O valor seria destinado ao pagamento de contratos como energia, água e segurança, além dos auxílios estudantis.
Compartilhe no WhatsApp
Compartilhe no Telegram
Segundo o reitor, se nenhuma mudança orçamentária ocorrer, a UFU tem condições para se manter em funcionamento apenas até agosto de 2023, incluindo as aulas, o restaurante universitário e os ônibus do Intercampi.
“A orientação da Administração Superior da UFU é manter a instituição funcionando, em respeito a nossa comunidade universitária e à sociedade brasileira. Uma interrupção só ocorreria em caso de impossibilidade absoluta de honrar nossos compromissos. Então, nossos alunos podem continuar assistindo às aulas normalmente por enquanto”, declarou.
LEIA MAIS: Com caixa zerado, UFU não deve pagar auxílio estudantil, segurança e energia após novo bloqueio do Governo Federal
“A nossa expectativa é que em Brasília, as nossas autoridades, especialmente o Ministério da Economia, revejam essa situação, devolvam nosso orçamento para que possamos, enfim, programar a finalização do ano de 2022”, disse o reitor.
Questionado sobre a situação dos estudantes que recebem auxílios, Darizon Alves acrescentou que o congelamento pode afetar o pagamento de auxílios a 2 mil bolsistas.
“Nós fizemos todos os processamentos para efetuar o pagamento no prazo correto, mas no momento de as pessoas receberem, o dinheiro não caiu. Caso haja a liberação do financeiro, imediatamente, as pessoas vão receber nas suas contas”, disse o pró-reitor.
Bloqueio
O novo bloqueio ocorreu na última quinta-feira (1º), mesmo dia em que o Ministério da Educação (MEC) havia liberado R$ 366 milhões, congelados na última terça (29). Horas depois do anúncio da liberação, foi a vez de o Ministério da Economia emitir um decreto e bloquear R$ 1,36 bilhão dos recursos destinados ao MEC.
Segundo a nota da UFU, o novo decreto zerou o limite de pagamentos das despesas discricionárias do Ministério da Educação previsto para o mês de dezembro. Com isso, a universidade disse que mesmo as despesas que já estavam empenhadas aguardando apenas pagamento foram negativadas, o que pode inviabilizar o funcionamento dos campi até o fim do ano.
“Todas as formas de auxílio estudantil, contratos de alimentação, segurança, limpeza, transporte estão com pagamentos bloqueados. É uma situação insustentável, pois os recursos assegurados pela Lei Orçamentária Anual (LOA) tornaram-se indisponíveis pelo Ministério da Economia”, declarou.
LEIA MAIS: MEC tem R$ 1,36 bilhão bloqueado e ficou com limite de R$ 411 milhões em caixa, diz Ministério da Economia
O pró-reitor Darizon explicou que no dia do bloqueio, R$ 3,7 milhões que já haviam sido empenhados para pagar despesas ficaram parados na “boca do caixa”. Além disso, houve um bloqueio de R$ 2,1 milhões para fazer novos empenhos.
“Ao incluir os pagamentos a nossos bolsistas no bloqueio financeiro, chegamos a uma situação absolutamente inaceitável, injusta e incompatível à gestão pública, agravando substancialmente o cenário”, continuou.
Em nota enviada ao g1 na última sexta (2), o Ministério da Economia explicou o bloqueio e afirmou que o montante bloqueado ainda pode ser reavaliado, mas não dá perspectivas concretas e diz que o MEC tem R$ 411,6 milhões em caixa. Veja o posicionamento na íntegra mais abaixo nesta matéria.
Congelamentos em 2022
O primeiro revés nos recursos da educação aconteceu ainda em janeiro, quando o presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou o Orçamento de 2022. A fatia da educação perdeu R$ 739,9 milhões do total de R$ 113,4 bilhões que tinham sido aprovados pelo Congresso em dezembro de 2021.
Em junho, ocorreu bloqueio de verbas para todas as universidades federais. Conforme a universidade, isso ocasionou um déficit entre receita e despesa, que corresponde a aproximadamente um mês e meio de funcionamento.
Já em outubro, o MEC chegou a anunciar um novo bloqueio de verbas. Na ocasião, o reitor da UFU, Valder Steffen Júnior, apontou que esse bloqueio poderia exigir a revisão de contratos em áreas como iluminação, água e vigilância. Dias depois, o MEC voltou atrás e liberou os valores.
Por fim, em novembro, o MEC congelou R$ 366 milhões das instituições federais de ensino. No caso da UFU, o bloqueio foi de R$ 2,7 milhões no orçamento discricionário.
Segundo a instituição, haviam restado apenas R$ 71 de limite de empenho no sistema, isto é, no valor destinado pelo Governo ao pagamento de serviços que precisem ser realizados nos campi. No comunicado, a assessoria de imprensa da universidade havia afirmado que a situação, que já era difícil, “chegou ao limite do insustentável”.
Na quinta (1º), o MEC liberou os recursos, mas o Ministério da Economia voltou a zerar o orçamento horas depois.
LEIA MAIS: UFU tem apenas R$ 71 para pagar fornecedores após novo bloqueio no orçamento: ‘No limite do insustentável’
O que diz o Ministério da Economia
“Com relação aos bloqueios orçamentários, a partir do relatório de receitas e despesas do quinto bimestre, foi apontada uma necessidade adicional de bloqueio no Ministério da Educação no valor de R$ 1.434,7 milhão, perfazendo um bloqueio total até o momento de R$ 2.368,4 milhões para despesas discricionárias (RPs 2, 8 e 9), que atinge o MEC e suas entidades vinculadas, como universidades e institutos federais. O montante do bloqueio poderá ser reavaliado em razão de fatores supervenientes ou mudanças nas projeções de despesas primárias.
Sob a perspectiva financeira, o mesmo Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias relativo ao 5º Bimestre, para fins de adequação da programação financeira de 2022, inclusive à regra constitucional do Teto de Gastos, indicou a necessidade de redução complementar dos Cronogramas de Pagamento nas despesas discricionárias dos Órgãos do Poder Executivo na ordem de R$ 5,7 bilhões, implementado pelo Decreto nº 11.269, de 30 de novembro de 2022, que promoveu alterações no Decreto nº 10.961/2022 – Decreto de Programação Orçamentária e Financeira de 2022.
Dessa forma, neste momento, a restrição imposta sobre os cronogramas de pagamentos no âmbito do Ministério da Educação alcança R$ 1,36 bilhão desde a edição do Decreto nº 11.269/22. O detalhamento das reduções do Ministério da Educação entre suas unidades está a cargo exclusivamente do próprio ministério.
Há que se destacar que, após esses ajustes implementados, o Ministério da Educação ainda tem limite de pagamento disponível de R$ 411,6 milhões, cuja utilização e priorização está a cargo do próprio Ministério da Educação e suas unidades”.
📲 Confira as últimas notícias do g1 Triângulo.
📲 Acompanhe o g1 no Facebook e Instagram.
VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleApós novos bloqueios, Capes diz não ter como pagar mais de 200 mil bolsas de mestrado e doutorado
Next Article Condenação de Cristina Kirchner antecipa a campanha eleitoral para a Casa Rosada
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Lula diz que país não precisa de escola cívico-militar na educação

abril 16, 2026

Enem 2026: saiba a documentação para justificar ausência em 2025

abril 15, 2026

Plano Nacional prevê 10% do PIB para educação; veja outras metas

abril 15, 2026

Prefeitura sanciona lei que garante reajuste salarial dos professores

abril 14, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Política

Frente Ambientalista lança plano para orientar agenda do Congresso

By Patriciaabril 16, 20260

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil A Frente Parlamentar Mista Ambientalista (FPMA) do Congresso Nacional lançou…

Gasto com pessoal e benefícios fiscais terão limite a partir de 2027

abril 16, 2026

Lula diz que país não precisa de escola cívico-militar na educação

abril 16, 2026

Governo do Brasil propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027

abril 16, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.