
Observatório da ONU registrou condenados a morte no país desde 10 de novembro. Disputas surgiram na aliança formada pela Arábia Saudita e os príncipes herdeiros de Abu Dhabi
Reuters
Um porta-voz do escritório de direitos humanos da ONU disse nesta terça-feira (22) que 17 homens foram executados na Arábia Saudita desde 10 de novembro por contrabando e delitos com drogas, chamando as execuções de “profundamente lamentáveis”.
Os mortos eram da Síria, Paquistão, Jordânia e Arábia Saudita, disse a porta-voz Elizabeth Throssell em uma coletiva de imprensa em Genebra. Isso eleva o número total de execuções este ano para 144, disse ela.
A Arábia Saudita impõe penalidades extremas para a importação, fabricação, posse e uso de álcool e drogas ilegais.
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