• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Presidente do STF rebate relatório dos EUA sobre liberdade de expressão

abril 3, 2026

Agências bancárias estarão fechadas nesta Sexta-Feira Santa

abril 3, 2026

Pé-de-Meia reduz abandono escolar no ensino médio em 43% em dois anos

abril 3, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Presidente do STF rebate relatório dos EUA sobre liberdade de expressão
  • Agências bancárias estarão fechadas nesta Sexta-Feira Santa
  • Pé-de-Meia reduz abandono escolar no ensino médio em 43% em dois anos
  • Fifa altera horário da segunda partida do Brasil na Copa do Mundo
  • Campanha de vacinação contra a gripe segue nas USFs e UBSs de Camaçari até 30 de maio
  • Diretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidade
  • Tabela de propina, códigos e saques rondam venda de sentenças no STJ
  • Marina se despede do Meio Ambiente e cita COP30 como principal desafio
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Economia»Bolsa e dólar: por que a PEC da Transição deixou o mercado ‘nervoso’?
Economia

Bolsa e dólar: por que a PEC da Transição deixou o mercado ‘nervoso’?

uesleiiclone8By uesleiiclone8novembro 19, 2022Nenhum comentário5 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
bolsa-e-dolar:-por-que-a-pec-da-transicao-deixou-o-mercado-‘nervoso’?
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Incertezas sobre nomes da equipe econômica e possível estouro do teto de gastos adicionam cautela aos negócios. Imagem ilustrativa sobre a alta do dólar e o mercado de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (B3).
KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Depois de uma semana de lua de mel após as eleições que consagraram Lula como próximo presidente do Brasil, o mercado “azedou”: só nas últimas duas semanas, o dólar subiu mais de 6%, enquanto a bolsa tombou 7,9%.
Mas por que todo esse estresse nos mercados?
Segundo especialistas, a postura mais defensiva dos investidores — quando eles buscam minimizar os riscos de seus investimentos — é natural em momentos de incerteza, como o de agora.
Quais são as incertezas?
A principal dúvida recai sobre a dívida do governo brasileiro.
Para manter as promessas feitas pelo presidente eleito, o futuro governo apresentou ao Congresso a chamada PEC da Transição — uma proposta de emenda constitucional para tirar do chamado teto de gastos as despesas extras, em um total de R$ 198 bilhões.
O texto também propõe que outros custos fiquem fora da conta, como as despesas de universidades federais e com projetos socioambientais, por exemplo.
Veja os principais pontos da PEC da Transição
O que é o teto de gastos?
Proposto em 2016 pelo então presidente Michel Temer, quando a área econômica era chefiada por Henrique Meirelles, e em vigor desde 2017, o mecanismo impõe um limite no valor que o governo federal pode gastar a cada ano.
Por essa regra, o crescimento da maior parte das despesas públicas fica limitado à inflação registrada em 12 meses até junho do ano anterior.
Leia mais sobre o teto de gastos e as mudanças propostas
E qual o problema de furar o teto?
O maior problema é o indicativo que isso dá sobre o descontrole sobre as contas públicas. Se o governo é visto como um possível “mau pagador”, ele preciso pagar juros mais altos para conseguir crédito.
A desconfiança sobre a estabilidade do país afeta também sua moeda (levando a uma alta do dólar) e pode ter efeitos sobre os preços, impactando negativamente a economia do país e a própria população.
Todo o problema vem da PEC?
Para o economista André Perfeito, outros impactos relevantes também precisam ser contabilizados. Ele cita o vencimento de aproximadamente R$ 600 bilhões da dívida pública nos próximos sete meses como exemplo — pagamento que provavelmente precisará ser adiado e que, diante da disparada dos juros nos últimos dias, pode ter um baque significativo nas contas do governo.
“Fora isso vemos um processo inflacionário que também impacta o estoque da dívida. Não vejo necessariamente um problema em fazer gastos fiscais para se ter efeitos macroeconômicos, mas é preciso ter em mente que há esses custos em juros e não apenas os custos dos programas”, afirmou Perfeito, em nota.
Luciano Costa, economista-chefe e sócio da Monte Bravo, lembra que também há incertezas sobre qual deve ser de fato a âncora fiscal do novo governo — o mecanismo que o governo vai adotar para dar previsibilidade às contas públicas.
“Outro ponto são os nomes a serem indicados aos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e as dúvidas sobre qual o desenho que o governo vai optar, se serão nomes mais técnicos ou mais políticos”, diz.
Isso já aconteceu antes?
O movimento das últimas semanas foi exacerbado, mas não é inédito.
“Em 2021, por exemplo, tivemos o evento da PEC dos precatórios e, posteriormente, a crise em que os integrantes do Ministério da Economia renunciaram aos cargos”, lembra o economista da XP e especialista em contas públicas Tiago Sbardelotto.
“Foram situações em que o mercado apresentou um estresse significativo e, em ambos os casos, a discussão também era alterar a regra do teto [de gastos] e a falta de clareza sobre como isso impactaria a trajetória das finanças públicas”, explica.
Initial plugin text
O que fazer com os investimentos nesse cenário?
Para as próximas semanas, os especialistas afirmam que o investidor deve redobrar a atenção com o cenário doméstico e aguardar pelo desfecho dessas questões com cautela.
A expectativa é que uma definição mais clara sobre a PEC da Transição aconteça até meados de dezembro, data limite para negociação no Congresso, que depois disso entra em recesso e só retoma os trabalhos no ano que vem. A indicação de nomes para a equipe econômica também deve acontecer em breve.
Diante desse quadro, Costa explica que papéis mais defensivos, de empresas com bons fundamentos e menos expostas aos ciclos econômicos, podem ser uma boa alternativa.
“Ações ligadas a setores de serviços públicos, como elétricas e empresas de concessões públicas, e papéis do segmento financeiro são mais resilientes nesse cenário”, afirma o economista, destacando que pontos externos, como os próximos passos da China em relação às medidas restritivas contra a Covid-19 e o ciclo de juros nos Estados Unidos, também devem ficar no radar.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleSeleção brasileira embarca para o Catar neste sábado (19)
Next Article Governo Bolsonaro: vem aí novo bloqueio no Orçamento
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Agências bancárias estarão fechadas nesta Sexta-Feira Santa

abril 3, 2026

Dólar cai e fecha a R$ 5,15 com otimismo por trégua na guerra; Ibovespa sobe

abril 2, 2026

Prova de Vida anual garante pagamento dos segurados do ISSM

abril 1, 2026

Prefeitura regulamenta dedução de materiais na base de cálculo do ISSQN em Camaçari

março 31, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Política

Presidente do STF rebate relatório dos EUA sobre liberdade de expressão

By Patriciaabril 3, 20260

Foto: Nelson Jr. / SCO/STF O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin,…

Agências bancárias estarão fechadas nesta Sexta-Feira Santa

abril 3, 2026

Pé-de-Meia reduz abandono escolar no ensino médio em 43% em dois anos

abril 3, 2026

Fifa altera horário da segunda partida do Brasil na Copa do Mundo

abril 3, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.