
Sunak e seu governo conservador tomaram posse há menos de três semanas, e dois ministros já foram acusados de assédio. O último deles foi o ministro da Justiça e vice-primeiro-ministro, Dominic Raab. Dominic Raab, em conferência do partido conservador em 6 de outubro de 2021
Toby Melville/Reuters
O ministro britânico da Justiça, Dominic Raab, foi acusado de assediar sua equipe, alegações que, neste sábado (12), colocavam em xeque as escolhas do primeiro-ministro Rishi Sunak, depois de outro membro de gabinete ter renunciado esta semana por razões similares.
Sunak e seu governo conservador tomaram posse há menos de três semanas, e dois ministros já foram acusados de assédio. O último deles foi o ministro da Justiça e vice-primeiro-ministro, Dominic Raab.
O jornal The Guardian informou, na noite de sexta-feira, que uma “saída” foi proposta aos funcionários do ministério, porque alguns temiam trabalhar novamente com Raab. Ele foi ministro da Justiça no governo de Boris Johnson, entre setembro de 2021 e setembro de 2022.
Segundo o jornal britânico, funcionários do ministério descreveram uma “cultura do medo”, em um serviço dirigido por um homem “mal-educado” e “agressivo”.
O jornal informa que sua nova nomeação para o cargo é fonte de angústia para muitos funcionários. Alguns cogitaram, inclusive, pedir demissão.
O tabloide The Sun revelou, por sua vez, que Raab jogou tomates em um ataque de raiva em uma reunião, o que seu porta-voz classificou como “absurdo”, afirmando que “Dominic trabalha duro e espera muito de sua equipe e de si mesmo”.
Na noite de terça-feira, o ministro britânico sem pasta Gavin Williamson anunciou sua renúncia após acusações de assédio.
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