• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

São João de Camaçari: Camaforró 2026 terá mais de 50 atrações em quatro dias de festa

maio 8, 2026

STF suspende julgamento sobre uso de imóveis públicos para salvar BRB

maio 8, 2026

EUA aumentam pressão contra Cuba com novas sanções econômicas

maio 8, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • São João de Camaçari: Camaforró 2026 terá mais de 50 atrações em quatro dias de festa
  • STF suspende julgamento sobre uso de imóveis públicos para salvar BRB
  • EUA aumentam pressão contra Cuba com novas sanções econômicas
  • Bactéria encontrada em produtos da Ypê é resistente a antibióticos
  • Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea
  • Sesau Itinerante leva assistência em saúde para população de Lagoa Seca
  • Nova distribuição de sementes beneficia mais de 100 agricultores de Barra do Pojuca
  • Camaçari fortalece agenda industrial e automotiva durante reunião na INDEX Bahia 2026
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia
Banner Publicitário
Home»Economia»Grandes empresas do agronegócio propõem plano para eliminar o desmatamento até 2025; ambientalistas pedem fim imediato
Economia

Grandes empresas do agronegócio propõem plano para eliminar o desmatamento até 2025; ambientalistas pedem fim imediato

uesleiiclone8By uesleiiclone8novembro 8, 2022Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
grandes-empresas-do-agronegocio-propoem-plano-para-eliminar-o-desmatamento-ate-2025;-ambientalistas-pedem-fim-imediato
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


O documento foi lançado durante a 27ª Conferência do Clima da ONU, e inclui empresas como JBS, Cargill e Bunge. Intuito é acabar com o desmatamento na produção de soja, carne bovina e óleo de palma. Imagem aérea de sobrevoo de monitoramento de desmatamento na Amazônia no município de Lábrea, Amazonas, realizado em 26 de março de 2022.
Greenpeace/Divulgação
As maiores empresas de agronegócio do mundo detalharam na segunda-feira (7) um plano para eliminar o desmatamento de suas cadeias de fornecimento de soja, carne bovina e óleo de palma até 2025.
O documento, nomeado de “roadmap” (mapa do caminho), foi lançado durante a 27ª Conferência do Clima da ONU, que começou domingo (6) no Egito e vai até o dia 18.
A iniciativa inclui as empresas: JBS, Cargill, Bunge, ADM (Archer Daniels Midland), Louis Dreyfus Company e COFCO International da China.
TUDO SOBRE A COP
O agro e as polêmicas sobre preservação do meio ambiente
Plano no Ministério da Agricultura para reduzir emissões
No mesmo dia, ONGs ambientalistas afirmaram, em manifesto, que é preciso eliminar o desmatamento de forma imediata para evitar que o aquecimento global ultrapasse um aumento de 1,5°C em relação à temperatura da Terra registrada século 19.
O documento “Manifesto para o fim imediato do desmatamento para o nosso futuro de 1,5ºC” foi assinado por mais de 90 organizações ambientalistas e acadêmicas do Brasil e do mundo, dentre elas o WWF-Brasil, Observatório do Clima, Rede Cerrado e Rainforest Foundation Norway (RFN).
A destruição de florestas para conversão em áreas agrícolas e pecuárias emite enormes quantidades de gases de efeito estufa (gases poluentes) a cada ano, ajudando a impulsionar as mudanças climáticas.
Nos últimos anos, cresceu também a pressão social e política por modelos de produção mais sustentáveis. O Parlamento Europeu, por exemplo, aprovou em setembro um projeto de lei que prevê a proibição da compra de produtos de áreas desmatadas. O texto final deve ficar pronto antes do fim deste ano.
Proposta das empresas
O plano das empresas a prioriza a Amazônia, o Cerrado e o Chaco – floresta da América do Sul, distribuída entre a Argentina, Paraguai, Bolívia e Brasil.
No que diz respeito à soja, a proposta é que, até o final de 2023, as empresas concluam uma avaliação global sobre o risco de conversão de ecossistemas para a produção do grão. A partir desse balanço, as companhias vão desenvolver planos de implementação e metas.
A ideia é que as empresas tenham sistemas para monitorar o desmatamento e/ou a conversão para soja de áreas maiores que 25 hectares.
O plano também pede que as empresas estabeleçam metas para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e comecem a divulgar suas emissões de mudanças no uso da terra em 2024.
Manifesto de ambientalistas
Para os ambientalistas, o plano das empresas precisa cumprir oito pré-requisitos para ser eficaz. São eles:
Cadeias de fornecimento de soja e carne bovina completamente livres de desmatamento, sem prazo de implementação adicional, com 100% de rastreamento até a origem;
Compromissos pré-existentes com data de corte anterior a 2020, como a Moratória da Soja na Amazônia;
Abranger todos os ecossistemas naturais, levando em consideração o carbono acima e abaixo do solo para estimar as emissões de CO2;
Transparência e rastreabilidade total até a fazenda (para todos os fornecedores diretos e indiretos);
Exigências e suporte aos fornecedores diretos e indiretos para realizar ações equivalentes em todas as suas operações;
Mecanismos para verificar a implementação dos compromissos de cadeias livres de desmatamento;
Divulgação pública do plano de implementação com indicadores de desempenho.
Soja, carne e óleo de palma
Segundo o WWF-Brasil, a soja, carne bovina e o óleo de palma respondem pela maior parcela de desmatamento e conversão de ecossistemas naturais.
Os três produtos representam, juntos, cerca de um quarto das emissões do setor global de alimentos.
O WWF também calculou a pegada de gases de efeito estufa dessas commodities produzidas em áreas desmatadas na comparação com produtos livres de desmatamento. No caso da soja, a diferença é de 13 vezes; na carne, de 11 vezes.
A pegada de carbono é o cálculo da emissão de gases de efeito estufa (GEEs, gases poluentes) na atmosfera por pessoas e atividades econômicas, como a pecuária, a agricultura, atividade industrial, etc.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleDia de jogo do Brasil na Copa é folga? Entenda
Next Article Conheça 5 dicas para adubar árvores frutíferas
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea

maio 8, 2026

Nova distribuição de sementes beneficia mais de 100 agricultores de Barra do Pojuca

maio 8, 2026

Alerta: 75% das frutas e vegetais contêm resíduos de agrotóxicos

maio 7, 2026

BNDES anuncia R$ 500 milhões para obras contra enchentes em BH

maio 6, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Camaçari

São João de Camaçari: Camaforró 2026 terá mais de 50 atrações em quatro dias de festa

By Patriciamaio 8, 20260

O clima junino já toma conta de Camaçari. A programação oficial do Camaforró 2026 foi…

STF suspende julgamento sobre uso de imóveis públicos para salvar BRB

maio 8, 2026

EUA aumentam pressão contra Cuba com novas sanções econômicas

maio 8, 2026

Bactéria encontrada em produtos da Ypê é resistente a antibióticos

maio 8, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.