• Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Mais de mil agricultores serão contemplados com entrega de sementes e insumos nesta quarta-feira

março 3, 2026

Haddad: conflito não deve impactar economia brasileira imediatamente

março 3, 2026

Flávio reage após Moraes negar domiciliar a Bolsonaro: “Atrocidade

março 3, 2026
Facebook Twitter Instagram
Trending
  • Mais de mil agricultores serão contemplados com entrega de sementes e insumos nesta quarta-feira
  • Haddad: conflito não deve impactar economia brasileira imediatamente
  • Flávio reage após Moraes negar domiciliar a Bolsonaro: “Atrocidade
  • Brasileira vence concurso internacional de biologia quântica
  • Dólar sobe e petróleo dispara com ataque militar ao Irã; entenda
  • Empresas têm até este sábado para enviar dados salariais por gêneros
  • Caio Bonfim ganha prata em etapa mundial da marcha atlética na China
  • Guerra no Oriente Médio tem mais bombardeios e mortes neste domingo
Facebook Twitter Instagram
Comando Geral Da Noticia

  • Camaçari
  • Bahia
  • Brasil
  • Mundo
  • Saúde
  • Educação
  • Política
  • Economia
  • Polícia
  • Esporte
  • Entretenimento
Comando Geral Da Noticia

Home»Economia»Greve geral deve parar a França nesta terça; trabalhadores querem reajuste por inflação
Economia

Greve geral deve parar a França nesta terça; trabalhadores querem reajuste por inflação

uesleiiclone8By uesleiiclone8outubro 18, 2022Nenhum comentário6 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
greve-geral-deve-parar-a-franca-nesta-terca;-trabalhadores-querem-reajuste-por-inflacao
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Paralisação, convocada pelos quatro maiores sindicatos franceses, pede reajuste dos salários por conta da inflação, que ronda os 6% no país. Trabalhadores dos setores de transportes, energia e educação pararão. Setor petrolífero está em greve há 22 dias. A vencedora do Nobel de Literatura de 2022, Annie Ernaux (5ª da esquerda para a direita) e o líder da esquerda na França Jean Luc-Melenchón (ao centro) participam de ato contra alta no custo de vida no país, em 16 de outubro de 2022.
Aurelien Morissard/ AP
Em um contexto de forte tensão social, vários setores anunciaram participação na greve geral prevista para esta terça-feira (18) em toda a França.
Trabalhadores pedem um reajuste de salários por conta da inflação, que ronda os 6% na França e assusta toda a Europa.
Em paralelo à greve geral, o país enfrenta uma paralisação de 22 dias de funcionários de cinco plantas da gigante petroleira TotalEnergies, o que gerou uma crise de abastecimento nos postos de combustíveis de toda a França.
A convocação para a greve desta terça-feira foi feita pelos quatro maiores sindicatos franceses: CGT, FO, FSU e Solidaires. No domingo (16), cerca de 140 cidades francesas já haviam anunciado manifestações impulsionadas pelo movimento nas refinarias da TotalEnergies e da americana Esso-Exxo-Mobile. 
INFLAÇÃO NA EUROPA: Milhares protestam em Paris contra alta de preços na França
Os trabalhadores da Esso-Exxo-Mobile estavam paralisados desde 21 de setembro. Embora exigissem um aumento de 7,5% de seus salários, na última sexta-feira (14), aceitaram um acordo para um acréscimo de 6,5%, além de um bônus de € 3 mil (equivalente a cerca de R$ 15 mil).
Já os empregados da TotalEnergies insistem na demanda inicial de 10% de aumento em suas remunerações. Eles recusaram a proposta da empresa, na semana passada, de um acréscimo geral de 5% nos salários e mais 2% nos salários individuais, recusando negociações das centrais sindicais CFDT e CFE-CGC. 
Como argumento, os trabalhadores alegam que a inflação de cerca de 6% na França desvalorizou suas remunerações. Também apontam que só no primeiro semestre de 2022, a TotalEnergies lucrou quase € 11 bilhões (equivalente a mais de R$ 56 bilhões). 
Além disso, os grevistas denunciam que o diretor-presidente da multinacional, Patrick Pouyanné, aumentou seu próprio salário em 52% no ano passado. Segundo a imprensa francesa, por mês, o chefe da TotalEnergies recebe € 500 mil (cerca de R$ 2,5 milhões). 
Postos sem combustíveis 
Fila de carros se forma em posto de gasolina no oeste de Paris por conta da greve de funcionários do setor petrolífero, em 18 de outubro de 2022.
Christophe Ena/ AP
Com a continuação da paralisação, cerca de 30% dos postos de combustíveis continuam prejudicados nesta segunda-feira (17). Em muitas cidades, o diesel – combustível mais utilizado nos veículos franceses – seguia em falta. 
Visivelmente irritado, nesta manhã, o ministro da Economia Bruno Le Maire, endureceu o tom, assegurando que “acabou o tempo de negociação” no setor das refinarias.  “É preciso liberar os depósitos de combustível, as refinarias que estão bloqueadas”, afirmou Le Maire ao canal BFMTV.    
Na segunda-feira, o governo anunciou ter recorrido novamente ao dispositivo chamado de “requisição”, utilizado para obrigar grevistas a voltar ao trabalho em caso de emergência. O mecanismo – utilizado raramente, já que a greve é um direito na França – já havia sido acionado na semana passada. 
“Estamos fazendo isso pelos franceses, não contra os grevistas. As requisições são absolutamente necessárias para que as pessoas possam continuar indo ao trabalho e acessar às suas necessidades básicas”, justificou a ministra francesa da Transição Energética, Agnès Pannier-Runacher, durante uma visita ao porto de Gennevilliers, na região parisiense, para verificar o abastecimento de caminhões-tanque.
De fato, a escassez de combustíveis causa problema para os franceses chegarem ao trabalho, preocupações com a colheita nas áreas rurais e vários cancelamentos de viagens antes do período de férias escolares de outono que podem prejudicar o setor do turismo.
Forte tensão social 
No domingo (16), cerca de 140 mil pessoas, segundo os organizadores, participaram em Paris da “marcha contra o alto custo de vida e a inação climática” organizada pela aliança de esquerda do Parlamento francês, a Nupes.
A forte tensão social e a revolta dos funcionários das refinarias impulsiona outros setores do país a sair às ruas nesta terça-feira. A mobilização será uma amostra do que está por vir nos próximos meses, já que o presidente francês, Emmanuel Macron, pretende aprovar em 2023 uma polêmica reforma da previdência.
Como definiu o jornal “Le Monde” de segunda-feira, essa será “uma semana de fogo para o governo”.
Entre os setores mais afetados pela greve está o dos transportes: a metade dos trens regionais e entre cidades não circulará. Na região parisiense, o tráfego do metrô quase não será perturbado, com exceção dos RERs, que ligam Paris às cidades da periferia, dos bondes elétricos e ônibus.
Os serviços lowcost dos trens da alta velocidade (Ouigo) também serão afetados, bem como os trajetos ferroviários entre a França e a Espanha e a França e o Reino Unido (Eurostar). Profissionais do transporte rodoviário também prometem paralisar.
No setor da Educação, várias prefeituras anunciaram que as escolas públicas do ensino básico não funcionarão, incluindo maternais e creches. Sindicatos do ensino médio técnico adiantaram na tarde desta segunda-feira que participarão da paralisação para denunciar o projeto de reforma do governo que pode resultar no fechamento de várias escolas profissionalizantes.
Outras categorias da Educação Nacional, bem como professores de diversas categorias devem anunciar sua participação na greve desta terça-feira. 
Os setores de distribuição de energia elétrica e do fornecimento de gás também podem ser prejudicados na terça-feira, com a possibilidade de cortes de eletricidade em algumas empresas. No setor nuclear, a metade das 18 centrais serão atingidas pela diminuição de produção e possíveis bloqueios de reatores. 
A greve também terá a participação do serviço público de limpeza de grandes cidades francesas, como Bordeaux e Toulouse, segundo o jornal Le Parisien. Outras categorias do funcionalismo público pretendem se engajar na paralisação, como funcionários de serviços técnicos, administrativos e agentes de bibliotecas.
O setor do comércio e serviços – que rege cerca de 48 profissões, como cuidadores, agentes de segurança, vendedores, garçons e caixas – foi igualmente convocado para protestar.  

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleAlém do ‘pum’ da vaca: entenda o que significa a produção de leite carbono neutro
Next Article Custo de vida alto e cenário econômico incerto freiam vontade de consumir, mostra pesquisa
uesleiiclone8
  • Website

Related Posts

Dólar sobe e petróleo dispara com ataque militar ao Irã; entenda

março 3, 2026

Empresas têm até este sábado para enviar dados salariais por gêneros

março 2, 2026

Conta de luz segue sem cobrança extra em março devido a bandeira verde

março 1, 2026

Petroleiros evitam Estreito de Ormuz após bombardeio dos EUA ao Irã

fevereiro 28, 2026

Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Camaçari

Mais de mil agricultores serão contemplados com entrega de sementes e insumos nesta quarta-feira

By Patriciamarço 3, 20260

Na próxima quarta-feira (4), a Secretaria de Desenvolvimento da Agricultura e Pesca de Camaçari (Sedap)…

Haddad: conflito não deve impactar economia brasileira imediatamente

março 3, 2026

Flávio reage após Moraes negar domiciliar a Bolsonaro: “Atrocidade

março 3, 2026

Brasileira vence concurso internacional de biologia quântica

março 3, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Comando Geral Da Noticia
Facebook Twitter Instagram Pinterest
  • Início
  • Economia
  • Brasil
  • Entretenimento
© 2026 Comando Geral. Designed by Ueslei Senna.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.