
Acusado de levar 74 toneladas de drogas aos EUA, ele foi condenado por sua participação em um ‘empreendimento criminoso contínuo, como líder da organização paramilitar bilionária’. A organização é o ‘Clã do Golfo’. Daniel Rendón-Herrera, o ‘Don Mario”, em imagem de 2009
William Fernando Martinez/Ap
Daniel Rendón Herrera, um líder paramilitar e traficante da Colômbia que também conhecido como “Don Mario”, foi condenado em um tribunal de Nova York, nos Estados Unidos, a 35 anos de prisão e a pagar US$ 45,7 milhões (R$ 241,35 milhões) por danos nesta segunda-feira (17).
Acusado de levar 74 toneladas de drogas aos EUA, ele foi condenado por sua participação em um “empreendimento criminoso contínuo, como líder da organização paramilitar bilionária”. A organização é o ‘Clã do Golfo’.
Rendón também foi condenado a 15 anos de prisão por “conspirar para proporcionar apoio material a uma organização terrorista estrangeira”, as denominadas Autodefesas Unidas da Colômbia.
As sentenças serão cumpridas simultaneamente, no entanto.
Don Mario, de 57 anos, é da região de Antioquia na Colômbia. Ele havia se declarado culpado das denúncias em novembro do ano passado.
O promotor do Distrito Leste de Nova York, Breon Peace, disse que a sentença “marca o fim da carreira criminosa de Rendón Herrera”, o outrora “mais temido narcoterrorista da Colômbia”.
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