{"id":9056,"date":"2022-10-12T04:31:16","date_gmt":"2022-10-12T04:31:16","guid":{"rendered":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2022\/10\/12\/os-paraisos-ocultos-que-serao-revelados-quando-o-mundo-estiver-sob-calamidade\/"},"modified":"2022-10-12T04:31:16","modified_gmt":"2022-10-12T04:31:16","slug":"os-paraisos-ocultos-que-serao-revelados-quando-o-mundo-estiver-sob-calamidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2022\/10\/12\/os-paraisos-ocultos-que-serao-revelados-quando-o-mundo-estiver-sob-calamidade\/","title":{"rendered":"Os &#8216;para\u00edsos ocultos&#8217; que ser\u00e3o revelados quando o mundo estiver sob calamidade"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/TTvbNq0oblQtm-nI2StJZse_n4o=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2022\/m\/y\/nfD9BTRyqxjjvFBxPrPw\/a.jpg\"><br \/>   De acordo com os budistas tibetanos, existem vales celestiais no Himalaia cuja localiza\u00e7\u00e3o s\u00f3 ser\u00e1 revelada em momentos muito espec\u00edficos, quando o mundo estiver sob enorme estresse e em perigo de destrui\u00e7\u00e3o. Picos no Himalaia com bandeiras coloridas com escritos tibetanos<br \/>\nSTUART BUTLER<br \/>\nSegundo os budistas tibetanos, sua localiza\u00e7\u00e3o somente ser\u00e1 revelada em momentos muito espec\u00edficos, quando o mundo estiver sob enorme tens\u00e3o e em risco de destrui\u00e7\u00e3o.<br \/>\nOlhando pela entrada do monast\u00e9rio para as colunas de rocha e picos de gelo que se elevam aos c\u00e9us a 7 mil metros de altitude, o monge budista sorri, dizendo &#8220;estou em casa, no meu para\u00edso&#8221;.<br \/>\nEle volta sua aten\u00e7\u00e3o para a sala de aula, onde est\u00e1 ensinando jovens monges iniciantes. Agrade\u00e7o a ele, fecho a porta atr\u00e1s de mim e deixo o monast\u00e9rio.<br \/>\nSaio da pequena aldeia de Thame, no Nepal, com suas s\u00f3lidas casas de pedra e seus campos de cevada e batata. Deixo para tr\u00e1s os enormes picos do Himalaia e o beyul.<br \/>\nParte das cren\u00e7as da escola Nyingma de budismo tibetano \u2014 a mais antiga das quatro diferentes escolas, formada no s\u00e9culo 8\u00ba \u2014 o beyul \u00e9 o local onde os mundos f\u00edsico e espiritual se sobrep\u00f5em.<br \/>\nEspecificamente, eles s\u00e3o vales paradis\u00edacos ocultos, cuja localiza\u00e7\u00e3o somente ser\u00e1 revelada em momentos excepcionais, quando o mundo estiver sob enorme tens\u00e3o e em risco de destrui\u00e7\u00e3o pela guerra, fome ou pragas.<br \/>\nAcredita-se que, nessas ocasi\u00f5es, o beyul possa servir de ref\u00fagio em um mundo inst\u00e1vel, onde tudo vive em harmonia.<br \/>\nComo surgiram os beyuls?<br \/>\n&#8220;O beyul \u00e9 um local sagrado e um santu\u00e1rio no qual os lamas [os professores do budismo tibetano] podem liderar as pessoas em tempos de conflitos e problemas&#8221;, explica Frances Klatzel, autora de diversos livros sobre a cultura budista e do Himalaia, incluindo Gaiety of Spirit &#8211; the Sherpas of Everest (&#8220;Alegria de esp\u00edrito &#8211; os xerpas do Everest&#8221;, em tradu\u00e7\u00e3o livre).<br \/>\nMas nem todas as pessoas podem entrar no beyul, segundo ela. Somente os budistas verdadeiros com cora\u00e7\u00e3o puro, que tenham superado enormes dificuldades e prova\u00e7\u00f5es, podem entrar em um beyul.<br \/>\nPara os budistas da escola Nyingma, quem tentar entrar em um beyul sem atender a todas as condi\u00e7\u00f5es acima provavelmente enfrentar\u00e1 a morte.<br \/>\nComo autor de uma s\u00e9rie de guias da regi\u00e3o e visitante regular das regi\u00f5es do Tibete e do Himalaia, acho fascinante que, em algum lugar entre as montanhas da regi\u00e3o, possa haver terras escondidas que s\u00e3o reveladas a poucos merecedores em tempos de calamidade.<br \/>\nE, antes de seguir para as montanhas para descobrir mais a respeito, pe\u00e7o a Klatzel algumas informa\u00e7\u00f5es sobre como surgiram os beyuls.<br \/>\nAcredita-se que o portal para o &#8216;beyul&#8217; Pemako esteja escondido nos rochedos atr\u00e1s de uma cachoeira no c\u00e2nion Yarlung Tsangpo, no Tibete<br \/>\nGETTY IMAGES<br \/>\nEla explicou que os beyuls foram criados por Padmasambhava (o Guru Rinpoche, nascido do l\u00f3tus), um mestre budista t\u00e2ntrico Vajra. Acredita-se que ele tenha sido fundamental na difus\u00e3o do budismo pelo Tibete e pelo Himalaia no s\u00e9culo 8\u00ba ou 9\u00ba.<br \/>\n&#8220;Enquanto viajava pelo Himalaia, Padmasambhava percebeu que tempos de conflito estavam por vir&#8221;, conta Klatzel.<br \/>\n&#8220;Por isso, ele usou seus poderes espirituais para purificar e &#8216;esconder&#8217; certos vales e escreveu textos descrevendo suas localiza\u00e7\u00f5es e as condi\u00e7\u00f5es para entrar neles.&#8221;<br \/>\nEsses textos foram escondidos em cavernas, dentro de monast\u00e9rios e atr\u00e1s de cachoeiras em todo o Himalaia e somente poderiam ser descobertos pelos lamas em momentos pr\u00e9-determinados por Padmasambhava.<br \/>\nNingu\u00e9m sabe exatamente quantos beyuls existem, mas o n\u00famero mais aceito \u00e9 de 108 \u2014 embora a maioria ainda n\u00e3o tenha sido revelada.<br \/>\nA maior parte das \u00e1reas que foram localizadas est\u00e1 no lado sul do Himalaia, que \u00e9 mais verde, \u00famido e f\u00e9rtil \u2014 mais &#8220;paradis\u00edaco&#8221; \u2014 que o planalto tibetano, muitas vezes hostil e est\u00e9ril.<br \/>\nAlguns desses beyuls \u2014 como em Sikkim, no nordeste da \u00cdndia, e os vales de Helambu, Rolwaling e Tsum, no Nepal \u2014 s\u00e3o conhecidos h\u00e1 s\u00e9culos pelos praticantes do budismo e agora s\u00e3o pontilhados por aldeias e cidades.<br \/>\nE existem beyuls cuja localiza\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecida, mas que s\u00e3o inacess\u00edveis para a maioria das pessoas. Isso ocorre porque um beyul pode ser tanto um local f\u00edsico quanto um local espiritual.<br \/>\nAfirma-se que uma pessoa pode ficar de p\u00e9 sobre um beyul, mas estar fora dele.<br \/>\nEvid\u00eancias encontradas<br \/>\nTalvez seja f\u00e1cil acreditar que a ideia de uma terra escondida seja algo sa\u00eddo de um conto de fadas. Ocorre que, de fato, j\u00e1 foram encontrados pergaminhos antigos com os detalhes da localiza\u00e7\u00e3o de beyuls.<br \/>\nO beyul Pemako, por exemplo. Ele fica no que hoje \u00e9 o remoto Estado de Arunachal Pradesh, no nordeste da \u00cdndia.<br \/>\nO portal para o venerado beyul foi indicado como estando escondido sobre os rochedos atr\u00e1s de uma cachoeira, na parte mais inacess\u00edvel do c\u00e2nion Yarlung Tsangpo, no Tibete \u2014 o mais profundo do planeta.<br \/>\nAt\u00e9 muito pouco tempo atr\u00e1s, o c\u00e2nion era apenas um ponto em branco nos mapas. Ningu\u00e9m nem mesmo sabia que havia uma cachoeira ali.<br \/>\nMas, no in\u00edcio dos anos 1990, um grupo de praticantes do budismo, liderado pelo acad\u00eamico budista Ian Baker (que descreveu sua experi\u00eancia posteriormente no livro The Heart of the World, &#8220;O cora\u00e7\u00e3o do mundo&#8221;, em tradu\u00e7\u00e3o livre), finalmente explorou a regi\u00e3o e, de fato, descobriu uma grande cachoeira escondida dentro do c\u00e2nion.<br \/>\nE, da mesma forma que os pr\u00f3prios beyuls, as hist\u00f3rias sobre um fim aterrador se voc\u00ea tentar entrar em um deles antes da \u00e9poca certa ou se o seu cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o for t\u00e3o puro quanto voc\u00ea pensa parecem ser mais do que uma lenda.<br \/>\nEm 1962, um respeitado lama tibetano, Tulshuk Lingpa, afirmou ter encontrado um mapa que levaria ao beyul Demoshong. O portal, segundo rumores, estaria em algum lugar nas encostas do monte Kanchenjunga, a terceira montanha mais alta do planeta.<br \/>\nEle viajou at\u00e9 a montanha com cerca de 300 seguidores. O escritor americano Thomas K. Shor conta o relato dos sobreviventes do evento no livro A Step Away from Paradise (&#8220;A um passo do para\u00edso&#8221;, em tradu\u00e7\u00e3o livre).<br \/>\nSegundo eles, Lingpa e alguns outros que seguiam \u00e0 frente dos demais para fazer o reconhecimento do caminho viram diversas luzes brilhantes chamando-os em dire\u00e7\u00e3o a um portal.<br \/>\nMas, em vez de entrar no beyul, Lingpa voltou para reunir todos os seus seguidores. E, infelizmente, em vez de cruzar a fronteira m\u00e1gica para um vale paradis\u00edaco, a maior parte do grupo foi morta por uma avalanche \u2014 incluindo o lama.<br \/>\nA jornada dos sherpas<br \/>\nOutras pessoas tiveram mais sucesso em suas tentativas de entrar em um beyul. O povo sherpa \u00e9 um exemplo.<br \/>\nEsses renomados alpinistas, carregadores e guias de caminhada t\u00eam hoje uma rela\u00e7\u00e3o \u00edntima com a parte nepalesa do Himalaia, particularmente o monte Everest.<br \/>\nMas nem sempre eles viveram na face sul do Everest. Na maior parte da sua hist\u00f3ria, eles viveram na regi\u00e3o Kham, no leste do Tibete (hoje, parte da prov\u00edncia chinesa de Sichuan), at\u00e9 que, no s\u00e9culo 15, conflitos e agita\u00e7\u00f5es generalizadas no Tibete viraram o mundo dos sherpas de cabe\u00e7a para baixo.<br \/>\nFoi ent\u00e3o que o Lama Sangya Dorje, mestre do Budismo tibetano, decidiu que havia chegado a hora de revelar o beyul Khumbu. Ele liderou os sherpas pela assustadora passagem de Nangpa La (com 5.716 metros de altitude) at\u00e9 uma terra com \u00e1gua em abund\u00e2ncia, que eles poderiam cultivar e onde seus iaques poderiam pastar em paz.<br \/>\nOs sherpas haviam chegado ao Khumbu (o nome dado \u00e0 regi\u00e3o em volta da face nepalesa do monte Everest) e, em compara\u00e7\u00e3o com o local de onde eles partiram, era uma vis\u00e3o de para\u00edso nas alturas.<br \/>\nAtualmente, a regi\u00e3o de Khumbu recebe milhares de visitantes estrangeiros todos os anos, no famoso acampamento base do Everest \u2014 embora, durante a minha visita, a maioria das pessoas n\u00e3o soubesse que estava em um beyul, nem demonstrasse nenhum tipo de interesse.<br \/>\nMas existem alguns pontos da regi\u00e3o de Khumbu onde o esp\u00edrito do beyul permanece forte.<br \/>\nEmpoleirado em uma encosta \u00edngreme e coberta de floresta, o Lawudo Gompa \u00e9 considerado um dos pontos mais sagrados do vale de Bhote Koshi Nadi, no Nepal, a dois vales a oeste do acampamento base.<br \/>\n&#8220;A maioria das pessoas acha que existem apenas quatro vales na regi\u00e3o de Khumbu. Mas n\u00e3o \u00e9 verdade&#8221;, afirma a monja Dawa Sangye Sherpa, com 82 anos de idade, que vive no gompa (um pequeno monast\u00e9rio tibetano) h\u00e1 mais de 50 anos.<br \/>\nEla me trouxe ch\u00e1 e biscoitos logo que cheguei e prontamente concordou em me contar mais sobre a liga\u00e7\u00e3o entre Lawudo e o beyul Khumbu.<br \/>\nCasas coloridas no mosteiro de Thame, no Nepal<br \/>\nGETTY IMAGES<br \/>\n&#8220;Atr\u00e1s do gompa, existe um grande rochedo chamado Dragkarma&#8221;, ela conta. &#8220;O rochedo \u00e9 um portal que leva para um quinto vale secreto. L\u00e1 \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o do beyul.&#8221;<br \/>\nQuando perguntei se eu poderia ver o rochedo, Dawa Sangye sorriu e balan\u00e7ou a cabe\u00e7a, negativamente. &#8220;Mas vou mostrar outra coisa&#8221;, ela disse.<br \/>\nGuiando-me pelo sal\u00e3o de ora\u00e7\u00f5es principal, a monja abriu uma pequena porta que dava acesso a um quarto constru\u00eddo em uma sali\u00eancia rochosa.<br \/>\nDentro, o teto de rocha foi pintado de azul. Na extremidade do quarto, havia um pequeno santu\u00e1rio com uma imagem de Padmasambhava.<br \/>\nE, aos seus p\u00e9s, estavam as oferendas deixadas pelos visitantes: uma pequena caixa de biscoitos digestivos, um pacote de macarr\u00e3o e flores secas.<br \/>\n&#8220;Era aqui que Padmasambhava meditava e aqui ele aben\u00e7oou o Khumbu, transformando-o em um beyul&#8221;, afirma Dawa Sangye. E, mesmo n\u00e3o sendo budista, passo a m\u00e3o pelas paredes da caverna, maravilhado.<br \/>\n&#8216;O beyul \u00e9 um estado de esp\u00edrito&#8217;<br \/>\nTalvez vendo meu sorriso, a monja sugeriu que eu fosse at\u00e9 a aldeia de Thame, acima do vale.<br \/>\nSituado no ponto em que a terra agr\u00edcola torna-se pastagem para os iaques, o monast\u00e9rio de Thame, segundo ela, \u00e9 considerado um dos mais antigos de Khumbu e um lugar de grande significado espiritual. Alguns chegam a dizer que \u00e9 o centro espiritual do beyul Khumbu.<br \/>\nA trilha de caminhada de Lawudo at\u00e9 Thame desce em espiral por faces de rochedos e desliza ao longo de um c\u00e2nion formado por poderosos picos montanhosos. De repente, a terra se abre para revelar um grande vale aberto com a aldeia de Thame ao longe.<br \/>\nAbrindo as portas do sal\u00e3o de ora\u00e7\u00f5es principal do monast\u00e9rio de Thame, encontrei tr\u00eas monges idosos recitando palavras escritas em pergaminhos amarelados. Interrompendo seus c\u00e2nticos, um deles acenou para que eu me sentasse no banco ao seu lado.<br \/>\nO monast\u00e9rio da aldeia de Thame \u00e9 considerado um dos mais antigos da regi\u00e3o de Khumbu e um lugar de grande significado espiritual<br \/>\nSTUART BUTLER<br \/>\n&#8220;\u00c0s vezes, quando estamos recitando nossas ora\u00e7\u00f5es aqui, Padmasambhava aparece para n\u00f3s&#8221;, sussurrou ele, acrescentando que o esp\u00edrito de Padmasambhava dizia a eles que o trabalho que eles estavam fazendo e as ora\u00e7\u00f5es oferecidas estavam trazendo o bem para o mundo.<br \/>\nPouco tempo depois, passei pela porta da classe onde o monge budista havia dito &#8220;estou em casa, no meu para\u00edso&#8221;. Haja ou n\u00e3o vales ocultos no Himalaia, esses monges claramente encontraram seu lugar de paz.<br \/>\nEnquanto deixava o local, lembrei-me de algo que Klatzel havia me dito antes de come\u00e7ar a viagem: &#8220;um beyul \u00e9 mais que apenas um lugar, \u00e9 um estado de esp\u00edrito. Os beyuls s\u00e3o lembretes para nos prepararmos para os desafios \u00e0 nossa frente, desenvolvendo um estado de esp\u00edrito calmo e est\u00e1vel, que se torne o nosso beyul interno, o nosso santu\u00e1rio interior&#8221;.<br \/>\nEste texto foi publicado em www.bbc.com\/portuguese\/internacional-63167196<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com os budistas tibetanos, existem vales celestiais no Himalaia cuja localiza\u00e7\u00e3o s\u00f3 ser\u00e1 revelada em momentos muito espec\u00edficos, quando o mundo estiver sob enorme estresse e em perigo de destrui\u00e7\u00e3o. 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