{"id":76212,"date":"2026-05-17T18:56:41","date_gmt":"2026-05-17T18:56:41","guid":{"rendered":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/?p=76212"},"modified":"2026-05-17T18:56:44","modified_gmt":"2026-05-17T18:56:44","slug":"iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2026\/05\/17\/iniciativas-tentam-facilitar-acesso-e-permanencia-de-maes-na-ciencia\/","title":{"rendered":"Iniciativas tentam facilitar acesso e perman\u00eancia de m\u00e3es na ci\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>H\u00e1 mais de 20 anos, o Brasil forma mais doutoras do que doutores e ainda assim as mulheres continuam sendo minoria entre os professores de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o.<\/strong> Al\u00e9m disso, elas recebem apenas um ter\u00e7o das bolsas de produtividade, destinadas a cientistas com maior destaque na carreira acad\u00eamica.&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1689502&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1689502&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O chamado &#8220;efeito tesoura&#8221;, que nomeia esse corte progressivo das mulheres conforme a carreira avan\u00e7a, \u00e9 um fen\u00f4meno bastante conhecido, mas o impacto ainda maior sobre as m\u00e3es s\u00f3 come\u00e7ou a ser debatido h\u00e1 poucos anos<\/strong>, de acordo com a pesquisadora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Fernanda Staniscuaski.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fernanda j\u00e1 era docente e pesquisadora quando decidiu se tornar m\u00e3e e precisou pisar no freio em plena ascens\u00e3o profissional. Mas o que seria uma desacelera\u00e7\u00e3o moment\u00e2nea acabou se prolongando por mais tempo do que ela esperava e depois se revelou a entrada para um ciclo dif\u00edcil de romper.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Quanto menos a mulher produz, menos ela vai ter oportunidade para ganhar financiamento, para conseguir bolsas para orientandos e obviamente isso vai fazer com que ela produza menos ainda. Existe essa pausa por causa da maternidade e ela tem que ser reconhecida. Mas a gente precisa das condi\u00e7\u00f5es de retorno.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/LboLy2jIdeJi20IwxYbQwPJ-21Q=\/365x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/05\/14\/fernanda_staniscuaski._gustavo_diehl_jornal_da_ufrgs.jpeg?itok=A-SNfqXo\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 14\/05\/2026 - FOTO DE ARQUIVO - M\u00e3es na ci\u00eancia. Fernanda Staniscuaski. Foto: Gustavo Diehl\/UFRGS\" title=\"Gustavo Diehl\/UFRGS\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Fernanda Staniscuaski fundou, em 2016, o movimento <em>Parents in Science <\/em>para debater a parentalidade entre pesquisadores&nbsp;Foto: <strong>Gustavo Diehl\/UFRGS<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p>Ao dividir suas ang\u00fastias com amigas que tamb\u00e9m s\u00e3o cientistas e m\u00e3es, ela se deu conta de que vivia uma realidade comum. <strong>Ent\u00e3o fundou, em 2016, ao lado de outras seis m\u00e3es e um pai, o movimento <em>Parents in Science <\/em>para debater a parentalidade entre pesquisadores.<\/strong> Este ano, a iniciativa completa uma d\u00e9cada com mais de 90 cientistas associados, a maioria mulheres.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das principais frentes do <em>Parents in Science <\/em>tenta preencher uma lacuna de dados sobre esse universo, j\u00e1 que o Brasil n\u00e3o tem uma contagem oficial sobre o n\u00famero de pesquisadores e docentes que t\u00eam filhos, o que impede que o impacto na carreira seja devidamente medido.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas os n\u00fameros que comprovam o &#8220;efeito tesoura&#8221; j\u00e1 s\u00e3o um indicativo de como o cuidado com os filhos onera de maneira diferente homens e mulheres. Fernanda destaca que, ao contr\u00e1rio do que muitas pessoas pensam, os padr\u00f5es desiguais da sociedade tamb\u00e9m s\u00e3o reproduzidos entre acad\u00eamicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;As m\u00e3es carregam o \u00f4nus do cuidado. Existe uma mudan\u00e7a cultural em andamento, com uma participa\u00e7\u00e3o maior dos pais, mas a gente est\u00e1 longe de ser uma sociedade onde o cuidado \u00e9 totalmente dividido, n\u00e3o s\u00f3 entre m\u00e3es e pais, mas como algo coletivo&#8221;, complementa a fundadora do Parents in Science.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">N\u00fameros<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O documento mais recente publicado pelo grupo traz uma an\u00e1lise sobre a entrada e perman\u00eancia na doc\u00eancia de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. <\/strong>Para dar aulas nesses cursos, os pesquisadores precisam passar por um processo de credenciamento que avalia quest\u00f5es como a produtividade, refletida em artigos publicados, participa\u00e7\u00f5es em congressos, orienta\u00e7\u00f5es de estudantes etc.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse curr\u00edculo \u00e9 reavaliado periodicamente e o docente pode ser recredenciado ou deixar o programa. O levantamento com dados de cerca de mil docentes revela algumas diferen\u00e7as significativas entre pais e m\u00e3es, especialmente nos casos de descredenciamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entre os pais, 43,7% deixaram o programa onde atuavam por iniciativa pr\u00f3pria, enquanto 37,5% foram descredenciados por perda de produtividade. J\u00e1 entre as m\u00e3es, a ordem se inverte: apenas 24,6% sa\u00edram a pedido, enquanto 66,1% foram descredenciadas por n\u00e3o apresentarem mais a produ\u00e7\u00e3o m\u00ednima exigida.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O levantamento tamb\u00e9m aponta maior dificuldade das m\u00e3es para se reinserir no sistema depois do descredenciamento.<\/strong> Considerando apenas as pessoas que sa\u00edram por perda de produtividade, 38% das m\u00e3es n\u00e3o conseguiram retornar, contra 25% dos pais. J\u00e1 entre os docentes que sa\u00edram a pedido, 25% das m\u00e3es n\u00e3o retornaram, o que aconteceu com apenas 7,1% dos pais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;Existe uma quest\u00e3o de g\u00eanero que \u00e9 bem clara, mas h\u00e1 tamb\u00e9m uma influ\u00eancia muito grande de ra\u00e7a. As mulheres pretas, pardas e ind\u00edgenas continuam sendo o grupo mais sub-representado. Ent\u00e3o, a gente precisa cruzar as diferentes barreiras que existem, como a quest\u00e3o das m\u00e3es de filhos com defici\u00eancia, que tamb\u00e9m ocupam menos espa\u00e7os&#8221;, destaca Fernanda.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Acesso e perman\u00eancia<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 14\/05\/2026 - FOTO DE ARQUIVO - M\u00e3es na ci\u00eancia. Cris Derner. Foto: Cris Derner\/Arquivo Pessoal\" title=\"Cris Derner\/Arquivo Pessoal\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">A assistente social Cristiane Derne enfrentou dificuldades na gradua\u00e7\u00e3o&nbsp;Foto: <strong>Cris Derner\/Arquivo Pessoal<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p><strong>Os percal\u00e7os n\u00e3o aparecem apenas em pontos avan\u00e7ados da carreira acad\u00eamica. <\/strong>A assistente social Cristiane Derne, que atualmente faz mestrado em Servi\u00e7o Social na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro (PUC\/Rio), j\u00e1 era m\u00e3e quando entrou na gradua\u00e7\u00e3o na Universidade Federal do Rio de Janeiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Eu morava em Mag\u00e9, na Baixada Fluminense, e tinha que ir pro Rio todo dia depois do trabalho. Chegava em casa meia-noite e muitas vezes eu pensei: \u2018esse n\u00e3o \u00e9 um lugar para mim\u2019. Tem a cobran\u00e7a de horas complementares, est\u00e1gio, projeto de extens\u00e3o&#8230; \u00e0s vezes o filho adoece e a gente precisa faltar, \u00e0s vezes n\u00e3o tem com quem deixar. Eu me deparei com muitas meninas que acabaram desistindo&#8221;, ela lembra.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A UFRJ concede um aux\u00edlio-educa\u00e7\u00e3o de R$ 385 para as m\u00e3es estudantes, mas apenas at\u00e9 que a crian\u00e7a complete seis anos, o que n\u00e3o contemplava Cristiane. Quem mais ajudou a assistente social a seguir com seus objetivos foi o coletivo de m\u00e3es da UFRJ, tanto dividindo informa\u00e7\u00f5es sobre direitos e benef\u00edcios, quanto oferecendo acolhimento emocional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa experi\u00eancia acabou se tornando objeto de estudo para Cristiane. &#8220;No trabalho de conclus\u00e3o de curso, eu fiz um levantamento das pol\u00edticas que a UFRJ oferecia e como a presen\u00e7a ou a aus\u00eancia delas impactava as mulheres do coletivo. Agora no mestrado eu estou estudando esses coletivos em n\u00edvel nacional&#8221;, ela explica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Atlas&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma iniciativa semelhante foi feita pelo N\u00facleo Virtual de Pesquisa em G\u00eanero e Maternidade, que publicou na semana passada o <a href=\"http:\/\/link: https:\/\/www.nucleomaterna.org\/atlas-da-permanencia-materna\">Atlas da Perman\u00eancia Materna<\/a>, com um compilado das pol\u00edticas de perman\u00eancia oferecidas pelas universidades federais. <strong>O levantamento identificou que a principal medida existente \u00e9 a assist\u00eancia financeira, concedida por 63 das 69 institui\u00e7\u00f5es, com valor m\u00e9dio de cerca de R$ 370 por m\u00eas.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Atlas mostrou ainda que a oferta de benef\u00edcios cai drasticamente na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e apenas 13 institui\u00e7\u00f5es estendem o aux\u00edlio \u00e0s alunas de mestrado e doutorado.<\/strong> Al\u00e9m disso, apenas oito universidades t\u00eam cuidotecas, espa\u00e7os onde as crian\u00e7as podem ficar enquanto as m\u00e3es estudam. Em mar\u00e7o deste ano, o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o lan\u00e7ou um edital no valor de R$ 20 milh\u00f5es para a implanta\u00e7\u00e3o de cuidotecas em outras unidades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;Na pr\u00e1tica, a insufici\u00eancia financeira devolve o \u00f4nus log\u00edstico do cuidado para a esfera privada, culminando em um esgotamento f\u00edsico e mental que frequentemente empurra a estudante para a evas\u00e3o antes da consolida\u00e7\u00e3o do seu rito de passagem para a vida intelectual&#8221;, criticam as autoras do Atlas, Kamila Abreu e Ivana Moura.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Diversidade<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/oiHEASxQB2IZW-hvvSPEKS7ZvTE=\/365x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/05\/04\/toms2869.jpg?itok=0InF9NV3\" alt=\"Rio de Janeiro, 30\/04\/2026 \u2013 A pesquisadora e doutoranda em planejamento urbano, Lizie Calmon posa para foto em sua casa, na Lapa, regi\u00e3o central do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Pesquisadora e doutoranda em planejamento urbano&nbsp;Lizie Calmon faz parte do coletivo de m\u00e3es pesquisadoras Filhas de Sabah Foto: <strong>Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p>A professora de geografia Lizi\u00ea Calmon, doutoranda no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano, e m\u00e3e de uma menina de 10 anos, muitas vezes se perguntou se deveria e conseguiria continuar com a carreira acad\u00eamica.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A gente acumula o trabalho remunerado, o n\u00e3o remunerado, o trabalho da pesquisa e \u00e0s vezes acaba ficando um pouco para tr\u00e1s porque n\u00e3o consegue ter a mesma produtividade acad\u00eamica, publicar artigo ou ir a congressos&#8230;&#8221;, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas ela percebeu que tinha algo especial a oferecer para a ci\u00eancia brasileira.&nbsp;\u201cA experi\u00eancia da maternidade traz para a gente um olhar mais apurado para algumas realidades que nem sempre est\u00e3o sendo olhadas por outras pessoas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Na sua pesquisa de doutorado, por exemplo, ela estuda como mulheres moradoras da Vila Cruzeiro, na Zona Norte do Rio, que precisam se deslocar at\u00e9 bairros nobres distantes para trabalhar como empregadas dom\u00e9sticas, vivenciam a cidade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA ideia \u00e9 entender o que elas percebem e, partindo disso, elaborar pol\u00edticas p\u00fablicas que realmente atendam a certas demandas\u201d, Lizie complementa.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>A professora e doutoranda tamb\u00e9m faz parte do coletivo de m\u00e3es pesquisadoras Filhas de Sabah, que articulou com a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro a lei que institui o Marco Legal M\u00e3es na Ci\u00eancia. A mat\u00e9ria foi aprovada nesta quinta-feira (14) e segue para san\u00e7\u00e3o do governo estadual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A principal novidade \u00e9 que o trabalho de cuidado dever\u00e1 contar como pontua\u00e7\u00e3o em processos seletivos de bolsas e editais. &#8220;Ao inv\u00e9s de olhar como um problema, isso vai ser visto como um ponto positivo, porque as habilidades que a gente desenvolve quando tem que cuidar de algu\u00e9m n\u00e3o tem nenhuma outra experi\u00eancia que se equipare&#8221;, defende Lizie.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 mais de 20 anos, o Brasil forma mais doutoras do que doutores e ainda assim as mulheres continuam sendo minoria entre os professores de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, elas recebem apenas um ter\u00e7o das bolsas de produtividade, destinadas a cientistas com maior destaque na carreira acad\u00eamica.&nbsp; O chamado &#8220;efeito tesoura&#8221;, que nomeia esse<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":76213,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[44],"tags":[],"class_list":{"0":"post-76212","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-example-6"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76212","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=76212"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76212\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":76214,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76212\/revisions\/76214"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/76213"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=76212"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=76212"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=76212"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}