{"id":73087,"date":"2026-02-05T18:16:17","date_gmt":"2026-02-05T18:16:17","guid":{"rendered":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/?p=73087"},"modified":"2026-02-05T18:16:18","modified_gmt":"2026-02-05T18:16:18","slug":"mais-da-metade-dos-negocios-em-favelas-foi-aberta-a-partir-da-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2026\/02\/05\/mais-da-metade-dos-negocios-em-favelas-foi-aberta-a-partir-da-pandemia\/","title":{"rendered":"Mais da metade dos neg\u00f3cios em favelas foi aberta a partir da pandemia"},"content":{"rendered":"\n<p>Foto:  Divulga\u00e7\u00e3o\/ONG Viva Rio \/ Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 cerca de quatro anos, a designer Ligia Emanuel da Silva abriu um pequeno neg\u00f3cio em um territ\u00f3rio potiguara, na cidade de Rio Tinto, litoral norte da Para\u00edba. Foi durante a pandemia da covid-19 que ela teve a ideia de produzir e vender acess\u00f3rios e adornos baseados na cultura, est\u00e9tica e ancestralidade africanas.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1677165&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1677165&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>A partir de uma maleta de mi\u00e7angas da m\u00e3e, nasceram as primeiras pe\u00e7as do Entorno Acess\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu j\u00e1 fazia para mim e passei a fazer para adornar outros corpos\u201d, revelou \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cOs adornos se fundamentam em saberes tradicionais, especialmente com o trabalho manual, com as mi\u00e7angas e com os arames\u201d, descreve.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Ag\u00eancia Brasil <\/strong>no WhatsApp<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Com um <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/entorno_acessorios\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">perfil na rede social<\/a>&nbsp;para fazer divulga\u00e7\u00e3o de seu neg\u00f3cio, a paraibana trabalha sozinha e, al\u00e9m de motiva\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, enxerga na atividade empreendedora um fator cultural que resulta em um ato pol\u00edtico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/FfZ2OvhsKwlVoCvBCN5jI3J7Jio=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/02\/05\/mais_da_metade_dos_negocios_em_favelas_foi_aberta_a_partir_da_pandemia.1.jpg?itok=mFF1AKEn\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 05\/02\/2026 \u2013 Mais da metade dos neg\u00f3cios em favelas foi aberta a partir da pandemia.\nFoto: Ligia Emanuele\/Arquivo pessoal\" title=\"Ligia Emanuele\/Arquivo pessoal\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Ligia Emanuel da Silva abriu um pequeno neg\u00f3cio em Rio Tinto, litoral norte da Para\u00edba &#8211;&nbsp;Foto:&nbsp;<strong>Ligia Emanuele\/Arquivo pessoal<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p>\u201cQuando a gente se adorna com os nossos s\u00edmbolos, nossos elementos est\u00e9ticos-culturais, a gente articula um discurso sobre quem somos e de onde viemos\u201d, define.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Marco da pandemia<\/h2>\n\n\n\n<p>Ligia ilustra um dado presente em uma pesquisa sobre empreendimentos que funcionam nas favelas brasileiras: 56% dos neg\u00f3cios come\u00e7aram a funcionar a partir de fevereiro de 2020, quando a pandemia da covid-19 deu sinais pelo Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O levantamento aponta que 12% dos neg\u00f3cios foram abertos entre fevereiro de 2020 e abril de 2022, per\u00edodo que engloba os momentos mais cr\u00edticos da crise sanit\u00e1ria.<\/strong> E 44% foram estabelecidos a partir de maio de 2022, quando terminou o estado de emerg\u00eancia em sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa foi realizada pelo instituto Data Favela, ligado \u00e0 Central \u00danica das Favelas (Cufa), uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos. O levantamento foi encomendado pela VR, empresa de servi\u00e7os financeiros e benef\u00edcios em alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Cleo Santana, uma das respons\u00e1veis do Data Favela, o fato de a maioria dos neg\u00f3cios terem sido iniciados ap\u00f3s o surgimento da pandemia tem a ver com a crise econ\u00f4mica vivenciada no momento.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMuitas pessoas perderam seus empregos e precisaram se reinventar e buscar novas formas de manter as necessidades b\u00e1sicas pr\u00f3prias e de sua fam\u00edlia\u201d, disse \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cPor que n\u00e3o tornar aquela torta que era feita nas festas de fam\u00edlia em um produto cuja venda traz renda para dentro de casa?\u201d, exemplifica.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 a capacidade de se reinventar\u201d, completa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perfil dos neg\u00f3cios<\/h2>\n\n\n\n<p>O Data Favela entrevistou 1 mil empreendedores de favelas em todo o Brasil, em outubro e novembro de 2025, para tra\u00e7ar um perfil dos donos de neg\u00f3cios das comunidades do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento identificou que 23% tinham faturamento de at\u00e9 um sal\u00e1rio m\u00ednimo da \u00e9poca (R$ 1.518), enquanto 28% arrecadavam entre um e dois m\u00ednimos, no m\u00e1ximo. Ou seja, praticamente metade (51%) faturava at\u00e9 R$ 3.040. Na outra ponta, apenas 5% tinham receita superior a R$ 15,2 mil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O mundo da contabilidade evidencia que faturamento n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de lucro.<\/strong> A pesquisa revela que 57% dos estabelecimentos gastam at\u00e9 R$ 3.040 por m\u00eas para manter o neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Data Favela, \u201cleva a supor que os gastos s\u00e3o equivalentes ao que essas pessoas faturam mensalmente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/1_-IJ2jiLUY_pS-j_4r3Fsdu3Wo=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/08\/13\/whatsapp_image_2025-08-13_at_16.55.42_1.jpeg?itok=xtUEa0Q_\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 13\/08\/2025 - CUFA Instituto Data Favela. Lucas Costa\/Divulga\u00e7\u00e3o\" title=\"Lucas Costa\/Divulga\u00e7\u00e3o\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Data Favela entrevistou 1 mil empreendedores de favelas em todo o Brasil &#8211; Foto:&nbsp;<strong>Lucas Costa\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Investimento de partida<\/h2>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores identificaram que 37% dos empreendedores de favelas precisaram de capital inicial de at\u00e9 R$ 1.520 para abrir o neg\u00f3cio. Para 23%, o valor chegou no m\u00e1ximo a R$ 3.040. <strong>Apenas 9% dos entrevistados citaram recursos financeiros superiores a R$ 15,2 mil.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na hora de saber de onde veio o capital inicial, mais da metade (57%) citou economias pessoais ou da fam\u00edlia. Outras fontes comuns sinalizadas s\u00e3o indeniza\u00e7\u00e3o trabalhista (14%), dinheiro extra (14%) e empr\u00e9stimo em banco (13%).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Administra\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Praticamente seis em cada dez (59%) empreendedores de favelas administram o neg\u00f3cio apenas com anota\u00e7\u00f5es em um caderno, 13% simplesmente n\u00e3o registram nada, 24% utilizam planilhas e 4% algum outro meio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na hora de promover o produto ou servi\u00e7o, 58% o fazem pelo WhatsApp; 75%, pelo Instagram, como a L\u00edgia; e 41%, pelo Facebook, e 3% est\u00e3o no iFood. Os pesquisadores identificaram que 34% dependem exclusivamente da propaganda boca a boca.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As principais \u00e1reas de neg\u00f3cios dos estabelecimentos em favelas s\u00e3o alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas (45%), moda (12%) e beleza (13%) e artesanato (8%).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Motiva\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/OqhLjBZXAcyOFoit0KC-xM7YvNk=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/02\/05\/colecao_de_carnaval_chegandoflores_que_dancam_cores_que_vibramacessorios_leves_que_mistura01.jpg?itok=d7La8t9b\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 05\/02\/2026 \u2013 Mais da metade dos neg\u00f3cios em favelas foi aberta a partir da pandemia.\nFoto: entorno_acessorios\/Instagram\" title=\"entorno_acessorios\/Instagram\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Na hora de promover o produto ou servi\u00e7o, 58% o fazem pelo WhatsApp e 75%, pelo Instagram&nbsp;&#8211; Foto:&nbsp;<strong>entorno_acessorios\/Instagram<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p>O Data Favela perguntou aos empreendedores o que levou a abrir o pr\u00f3prio neg\u00f3cio. <strong>No topo das respostas figuram desejo de independ\u00eancia (45%), seguido por necessidade econ\u00f4mica (29%), falta de emprego (26%), oportunidade (18%) e tradi\u00e7\u00e3o familiar (7%).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para a diretora de Marketing da VR, Karina Meyer, a pesquisa mostra que \u201cpara muitos, empreender n\u00e3o foi uma escolha planejada, mas uma necessidade imposta pela falta de oportunidades no mercado formal de trabalho ou pela urg\u00eancia de gerar renda\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores buscaram informa\u00e7\u00f5es sobre os principais desafios enfrentados pelos empreendedores de favela. <strong>A maioria citou falta de capital (51%) e dificuldade de acesso ao cr\u00e9dito (25%).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Karina Meyer, da VR, assinala que \u201cferramentas como cr\u00e9dito, solu\u00e7\u00f5es de gest\u00e3o de neg\u00f3cio e digitaliza\u00e7\u00e3o de processos s\u00e3o primordiais para construir uma economia mais forte e sustent\u00e1vel nas favelas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mais destaques da pesquisa:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>5% dos donos de neg\u00f3cios em favela moram no \u201casfalto\u201d, ou seja, fora de comunidade<\/li>\n\n\n\n<li>21% recebem o programa assist\u00eancia Bolsa Fam\u00edlia<\/li>\n\n\n\n<li>5% s\u00e3o aposentados<\/li>\n\n\n\n<li>19% conciliam o neg\u00f3cio com algum emprego, sendo 9% com carteira assinada<\/li>\n\n\n\n<li>40% s\u00e3o formalizados, sendo 36% microempreendedor individual (MEI)<\/li>\n\n\n\n<li>o meio de recebimento mais comum \u00e9 o pix (91%), seguido de perto pelo dinheiro em esp\u00e9cie (85%)<\/li>\n\n\n\n<li>parcela dos que aceitam cart\u00f5es n\u00e3o chega a 30%, sendo o cart\u00e3o de cr\u00e9dito (28%) \u00e0 frente do de d\u00e9bito (25%)<\/li>\n\n\n\n<li>22% aceitam vender fiado<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Economia das favelas<\/h2>\n\n\n\n<p>De acordo com o Data Favela, as <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/radioagencia-nacional\/economia\/audio\/2025-07\/pesquisa-aponta-que-favelas-tem-renda-de-r-300-bilhoes-ao-ano\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">comunidades brasileiras movimentam R$ 300 bilh\u00f5es por ano<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Cleo Santana, do Data Favela, destaca o papel dos neg\u00f3cios nas comunidades para desenvolver esses territ\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cConforme um neg\u00f3cio nasce, surgem oportunidades locais de emprego, mesmo que informais, ajudando a movimentar a economia local\u201d, explica.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPequenos empreendedores tendem a comprar no local, fortalecendo outros pequenos empreendedores\u201d, enfatiza.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/0U8UjuPXiwVonPXSbCO9EzFf_TQ=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/1083285-tnrgo1107171031.jpg?itok=sFPhovSx\" alt=\"Rio de Janeiro - A Central \u00danica das Favelas (Cufa) lan\u00e7a o CUFA Card, para facilitar a vida de empreendedores e consumidores das favelas e periferias com benef\u00edcios financeiros e, assim, movimentar a economia local. Na foto os embaixadores\" title=\"T\u00e2nia Rego\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Empreendedores das favelas e periferias movimentam R$ 300 bilh\u00f5es por ano &#8211; Foto:&nbsp;<strong>T\u00e2nia Rego\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Censo<\/h2>\n\n\n\n<p>O Censo 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), mostrou que 8% dos brasileiros moram em favelas. <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2024-11\/quase-164-milhoes-de-pessoas-moram-em-favelas-no-brasil-revela-censo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Eram 16,4 milh\u00f5es de pessoas de um universo de 203 milh\u00f5es de habitantes<\/a>, quatro anos atr\u00e1s.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O IBGE apontou 12.348 favelas em 656 munic\u00edpios Brasil afora.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os pretos (16,1%) e os pardos (56,8%) representam 72,9% dos moradores de comunidades. As mulheres s\u00e3o 51,7% das habitantes dessas \u00e1reas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/ONG Viva Rio \/ Ag\u00eancia Brasil H\u00e1 cerca de quatro anos, a designer Ligia Emanuel da Silva abriu um pequeno neg\u00f3cio em um territ\u00f3rio potiguara, na cidade de Rio Tinto, litoral norte da Para\u00edba. 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