{"id":68518,"date":"2025-10-09T01:22:16","date_gmt":"2025-10-09T01:22:16","guid":{"rendered":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/?p=68518"},"modified":"2025-10-09T01:22:17","modified_gmt":"2025-10-09T01:22:17","slug":"projeto-leva-batalha-de-poesias-a-escolas-publicas-do-rio-de-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2025\/10\/09\/projeto-leva-batalha-de-poesias-a-escolas-publicas-do-rio-de-janeiro\/","title":{"rendered":"Projeto leva batalha de poesias a escolas p\u00fablicas do Rio de Janeiro"},"content":{"rendered":"\n<p>Foto: Alkebulan \/Divulga\u00e7\u00e3o \/ Ag\u00eanciaBrasil<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma escola na zona oeste do Rio de Janeiro ser\u00e1 a pr\u00f3xima institui\u00e7\u00e3o de ensino a abra\u00e7ar o projeto <em>Po\u00e9ticas na Escola &#8211; Slam<\/em>. A partir desta quarta-feira (8) a Escola Municipal Gin\u00e1sio Emilinha Borba, no bairro de Santa Cruz, vai receber 10 oficinas ministradas para alunos entre 12 e 14 anos sobre o <em>slam<\/em>: batida ou impacto em ingl\u00eas, termo que tamb\u00e9m designa a poesia com vi\u00e9s cr\u00edtico social, recitada sem recursos musicais e de figurino.<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1661714&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1661714&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Os estudantes ter\u00e3o&nbsp;aulas&nbsp;at\u00e9 a metade de novembro. O projeto j\u00e1 passou por 13 escolas no munic\u00edpio e regi\u00e3o metropolitana do Rio de Janeiro, e alcan\u00e7ou mais de 2.770 jovens. O objetivo \u00e9 desenvolver a literatura e express\u00e3o po\u00e9tica entre os estudantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A iniciativa \u00e9 da organiza\u00e7\u00e3o Alkebulan Arte &amp; Cultura, com o apoio de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, como o Minist\u00e9rio da Cultura e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Impacto<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O coordenador do projeto Felipe Calarco diz acreditar que a experi\u00eancia impacta positivamente no interesse dos estudantes pela leitura.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Calarco, muitos jovens que eram t\u00edmidos passam a se expressar com mais seguran\u00e7a ap\u00f3s a experi\u00eancia, tanto na fala quanto na escrita. Outros descobrem na poesia uma forma de lidar com os sentimentos e elaborar as pr\u00f3prias viv\u00eancias. Segundo o professor, h\u00e1 relatos de alunos que, ap\u00f3s o projeto, passaram a se interessar mais por leitura, buscar refer\u00eancias e at\u00e9 escrever de forma espont\u00e2nea, fora dos encontros.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar dos benef\u00edcios do projeto, Calarco reclama da car\u00eancia de recursos financeiros para melhor estrutura\u00e7\u00e3o do Po\u00e9ticas na Escola, al\u00e9m da dificuldade de conciliar o projeto com a rotina escolar j\u00e1 estabelecida. Na escola Emilinha Borba, por exemplo, as oficinas ocorrer\u00e3o&nbsp;no contraturno.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia original de promover batalhas de poesia nas escolas surgiu em Chicago (EUA) nos anos 1980, e no Brasil foi abra\u00e7ada principalmente pelo p\u00fablico jovem, das periferias, como ferramenta de express\u00e3o e resist\u00eancia. O pa\u00eds re\u00fane um circuito de competi\u00e7\u00f5es nacional.<\/p>\n\n\n\n<p><em>*Estagi\u00e1ria sob supervis\u00e3o do jornalista Gilberto Costa<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Alkebulan \/Divulga\u00e7\u00e3o \/ Ag\u00eanciaBrasil Uma escola na zona oeste do Rio de Janeiro ser\u00e1 a pr\u00f3xima institui\u00e7\u00e3o de ensino a abra\u00e7ar o projeto Po\u00e9ticas na Escola &#8211; Slam. 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