{"id":68110,"date":"2025-09-28T02:33:14","date_gmt":"2025-09-28T02:33:14","guid":{"rendered":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/?p=68110"},"modified":"2025-09-28T02:44:45","modified_gmt":"2025-09-28T02:44:45","slug":"hidrogenio-verde-enfrenta-desafios-para-cumprir-potencial-energetico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2025\/09\/28\/hidrogenio-verde-enfrenta-desafios-para-cumprir-potencial-energetico\/","title":{"rendered":"Hidrog\u00eanio verde enfrenta desafios para cumprir potencial energ\u00e9tico"},"content":{"rendered":"\n<p>Foto: Miguel \u00c2ngelo\/CNI Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em toda estrutura met\u00e1lica das cidades, h\u00e1 um passado que envolve emiss\u00e3o de gases poluidores na atmosfera. Pontes, edif\u00edcios, carros e navios s\u00e3o exemplos de constru\u00e7\u00f5es formadas por a\u00e7o, elemento que libera grandes quantidades de di\u00f3xido de carbono (CO\u2082) ao ser produzido.<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1660520&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1660520&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Preocupada com esse cen\u00e1rio, a engenheira qu\u00edmica Patr\u00edcia Metolina pensou em uma solu\u00e7\u00e3o para tornar as ind\u00fastrias sider\u00fargicas mais eficientes e menos poluidoras: usar o chamado hidrog\u00eanio verde no processo de transforma\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio de ferro para o a\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa dela &#8211; vencedora do pr\u00eamio de teses da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) &#8211; \u00e9 um dos exemplos de como o hidrog\u00eanio pode ser estrat\u00e9gico na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica necess\u00e1ria para enfrentar o aquecimento global.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNo caso, no Brasil, a gente n\u00e3o tem ainda essa tecnologia sendo desenvolvida nas nossas sider\u00fargicas. Mas nossas pesquisas mostram o potencial desse processo. Na Su\u00e9cia, por exemplo, eles t\u00eam projeto piloto e conseguiram validar que ele pode ser usado industrialmente e ser comercializado. H\u00e1 grandes sider\u00fargicas que est\u00e3o investindo muito nessa tecnologia para conseguir produzir esse a\u00e7o verde e conseguir abater as emiss\u00f5es de CO\u2082\u201d, diz Patr\u00edcia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>De olho nesses potenciais, o Minist\u00e9rio de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE) lan\u00e7aram no in\u00edcio desta semana o <a href=\"https:\/\/h2portal.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Portal Brasileiro de Hidrog\u00eani<\/a>o. A plataforma p\u00fablica <em>on-line<\/em> pretende ampliar informa\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas sobre o setor de hidrog\u00eanio no Brasil e atrair novos investidores.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O hidrog\u00eanio verde \u00e9 obtido a partir de energias renov\u00e1veis, como as de matriz hidrel\u00e9trica, solar e e\u00f3lica. De maneira simplificada, o processo envolve usar eletricidade em tanque de \u00e1gua (H\u2082O) para separar as mol\u00e9culas de hidrog\u00eanio (H\u2082) e oxig\u00eanio (O\u2082).<\/p>\n\n\n\n<p>O hidrog\u00eanio obtido pode ser transformado em combust\u00edvel para avi\u00f5es, embarca\u00e7\u00f5es e caminh\u00f5es; para produ\u00e7\u00e3o de am\u00f4nia (NH3), principal mat\u00e9ria-prima de fertilizantes nitrogenados usados na agricultura; e para a fabrica\u00e7\u00e3o do a\u00e7o, como mostra a pesquisa de Patr\u00edcia Metolina.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A\u00e7o verde<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Na ind\u00fastria sider\u00fargica, tudo come\u00e7a com a extra\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio de ferro da natureza. Ele pode se apresentar na forma de hematita (Fe2O3) ou magnetita (Fe3O4). Para obter o ferro (Fe) desse material, \u00e9 preciso tirar os oxig\u00eanios da mol\u00e9cula. No modo tradicional, o min\u00e9rio de ferro \u00e9 inserido em fornos de alta temperatura que usam coque de carv\u00e3o. O resultado \u00e9 a emiss\u00e3o de grandes quantidades de CO\u2082.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A ind\u00fastria sider\u00fargica \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de um ter\u00e7o das emiss\u00f5es industriais de CO\u2082, segundo dados do Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC) e por aproximadamente 7% das emiss\u00f5es globais, conforme dados da Ag\u00eancia Internacional de Energia (IEA).<\/p>\n\n\n\n<p>O m\u00e9todo pesquisado por Patr\u00edcia envolve o hidrog\u00eanio verde em um tipo de rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que dispensa o coque de carv\u00e3o e a fus\u00e3o do min\u00e9rio de ferro. O subproduto do processo deixa assim de ser o CO2 para ser apenas vapor de \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Brasil tem um conjunto de vantagens que pode favorecer a produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio, porque na Europa ainda \u00e9 muito caro. Eles n\u00e3o t\u00eam as mesmas condi\u00e7\u00f5es naturais, como pain\u00e9is solares e turbinas e\u00f3licas como a gente tem. Aqui, a gente poderia produzir o hidrog\u00eanio no Nordeste, por exemplo, onde h\u00e1 as e\u00f3licas eter uma sider\u00fargica pr\u00f3xima para consumir esse hidrog\u00eanio e fabricar um a\u00e7o verde\u201d, avalia Patr\u00edcia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Potencial do hidrog\u00eanio<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Estimativas da <em>Hydrogen Council<\/em>, cons\u00f3rcio de multinacionais interessadas na expans\u00e3o do hidrog\u00eanio, apontam que a demanda global por hidrog\u00eanio deve aumentar cinco vezes at\u00e9 2050. Em todo o mundo, o c\u00e1lculo \u00e9 de mais de 1.500 iniciativas de hidrog\u00eanio limpo em andamento, crescimento de sete vezes em tr\u00eas anos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dos investimentos anunciados, a Am\u00e9rica Latina \u00e9 a que concentra o segundo maior volume: US$ 107 bilh\u00f5es. E, nesse ponto, o fato de o Brasil se destacar pelo uso de energias renov\u00e1veis aumenta as expectativas do setor sobre a produ\u00e7\u00e3o do hidrog\u00eanio verde.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, os pa\u00edses com maiores projetos de produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio verde no mundo s\u00e3o Alemanha, Ar\u00e1bia Saudita, Austr\u00e1lia, China, Chile, Espanha e Holanda.<\/p>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria do Hidrog\u00eanio Verde (ABIHV) destaca cinco projetos vinculados ao grupo que tem maior potencial econ\u00f4mico. Eles s\u00e3o liderados pelas empresas Fortescue, Casa dos Ventos, Atlas Agro, Voltalia e European Energy. Incluem produ\u00e7\u00e3o de fertilizantes nitrogenados, am\u00f4nia e metanol.<\/p>\n\n\n\n<p>Para 2026, a expectativa \u00e9 de 63 bilh\u00f5es de investimentos para in\u00edcio dos projetos. A maior parte dos projetos est\u00e1 concentrada no Complexo de Pec\u00e9m, no Cear\u00e1. Mas h\u00e1 outros em Uberaba, em Minas Gerais, e no Porto do Suape, em Pernambuco.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO que a gente pode dizer \u00e9 que o <em>hype<\/em> do hidrog\u00eanio verde, da am\u00f4nia e do metanol passou e agora a gente tem projetos reais, assentados, que est\u00e3o trabalhando seus fluxos de caixa, organizando as finan\u00e7as para poder se colocar de p\u00e9. Ent\u00e3o, o momento que a gente est\u00e1 passando \u00e9 o momento em que voc\u00ea separa projetos fict\u00edcios de projetos reais\u201d, disse Fernanda Delgado, diretora da ABIHV.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente come\u00e7a a ter todo esse ecossistema montado, enquanto as empresas v\u00e3o tomando sua decis\u00e3o final de investimento e o Brasil deve come\u00e7ar a ter produ\u00e7\u00e3o de am\u00f4nia e metanol por volta de 2029 ou 2030\u201d, complementou.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Desafios<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Apesar de todo o potencial e do avan\u00e7o das pesquisas, a implanta\u00e7\u00e3o do hidrog\u00eanio verde ainda tem uma s\u00e9rie de desafios pela frente. Entre os principais, costumam ser destacados pelos especialistas do setor: custos altos de produ\u00e7\u00e3o por causa da infraestrutura e equipamentos (eletrolisadores) caros; falta de infraestrutura log\u00edstica para transporte e armazenamento; necessidade de marco regulat\u00f3rio e tribut\u00e1rio claro para atrair investimentos; e depend\u00eancia do acesso \u00e0 \u00e1gua para a eletr\u00f3lise.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os projetos desenvolvidos pela Universidade Federal do Rio Janeiro, por meio da Coordena\u00e7\u00e3o dos Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa de Engenharia (Coppe\/UFRJ), s\u00e3o um exemplo das dificuldades que o pa\u00eds tem enfrentado no setor.<\/p>\n\n\n\n<p>Em agosto de 2023, foi inaugurada uma planta de produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio verde no campus da universidade. O projeto envolvia a produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio a partir da eletr\u00f3lise da \u00e1gua, usando energia fotovoltaica. E, a partir da\u00ed, o uso do hidrog\u00eanio em processos industriais, em bicicletas movidas a H2, e em pilhas a combust\u00edvel de \u00f3xido s\u00f3lido.<\/p>\n\n\n\n<p>A iniciativa contou com recursos da Coopera\u00e7\u00e3o Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel. E envolveu quatro laborat\u00f3rios da Coppe: Laborat\u00f3rio de Transporte Sustent\u00e1vel (LabTS), Laborat\u00f3rio de Eletr\u00f4nica de Pot\u00eancia e M\u00e9dia Tens\u00e3o (LEMT), N\u00facleo de Cat\u00e1lise (Nucat), e Laborat\u00f3rio de Hidrog\u00eanio (LabH2).<\/p>\n\n\n\n<p>Dois anos depois, os pesquisadores enfrentam dificuldades para fazer os projetos avan\u00e7arem. A professora Andrea Santos, coordenadora do Laborat\u00f3rio de Transporte Sustent\u00e1vel (LabTS), explica que os problemas come\u00e7am ainda na mat\u00e9ria-prima da produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA nossa primeira produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio n\u00e3o foi em uma qualidade boa. N\u00e3o era um hidrog\u00eanio puro. Tinha uma contamina\u00e7\u00e3o nas amostras em torno de 3% de oxig\u00eanio. Isso para a aplica\u00e7\u00e3o, principalmente em mobilidade, n\u00e3o \u00e9 adequado. Eu tenho que coletar \u00e1gua desmineralizada de um laborat\u00f3rio para abastecer os eletrolisadores, porque a \u00e1gua da Cedae [empresa privada de abastecimento de \u00e1gua no Rio de Janeiro] n\u00e3o \u00e9 adequada\u201d, explica Andrea.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>A pesquisadora explica que h\u00e1 dificuldade para fazer a manuten\u00e7\u00e3o nos equipamentos. Dos nove eletrolisadores que vieram da Alemanha, dois est\u00e3o com defeito e precisam ser enviados ao pa\u00eds europeu, que n\u00e3o quer bancar o transporte deles. Sem uma ind\u00fastria nacional que produza esse tipo de equipamento, os custos em pesquisas ficam ainda mais restritos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, no ano da COP30, quando a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica ganha mais espa\u00e7o no pa\u00eds, a professora da Coppe\/UFRJ espera que novos investimentos p\u00fablicos e privados permitam o avan\u00e7o das pesquisas no hidrog\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPrecisamos de recursos para fazer as manuten\u00e7\u00f5es, para publicar artigos, ter uma equipe trabalhando e operando a planta cinco vezes por semana. Faltam realmente investimentos para pesquisa, desenvolvimento, cria\u00e7\u00e3o de normas t\u00e9cnicas, certifica\u00e7\u00e3o e adequa\u00e7\u00e3o da infraestrutura\u201d, avaliou Andrea Santos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cExiste esse entendimento de que \u00e9 uma alternativa ainda cara, portanto, \u00e9 mais confort\u00e1vel voc\u00ea manter as outras poluentes que j\u00e1 existem. Qualquer tecnologia no in\u00edcio vai custar mais caro. Mas a gente n\u00e3o tem mais como usar essa desculpa por conta da urg\u00eancia de fazer a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Se tiver esse investimento, a tend\u00eancia \u00e9 essa tecnologia baratear e ficar mais competitiva. No caso do Brasil, a gente tem condi\u00e7\u00e3o de produzir esse hidrog\u00eanio a um custo mais baixo\u201d, finalizou.<\/p>\n\n\n\n<p>Relacionadas<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2024-09\/pais-precisa-de-3-mil-tecnicos-por-ano-para-expandir-hidrogenio-verde\">a\u00eds precisa de 3 mil t\u00e9cnicos por ano para expandir hidrog\u00eanio verde <\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Miguel \u00c2ngelo\/CNI Ag\u00eancia Brasil Em toda estrutura met\u00e1lica das cidades, h\u00e1 um passado que envolve emiss\u00e3o de gases poluidores na atmosfera. Pontes, edif\u00edcios, carros e navios s\u00e3o exemplos de constru\u00e7\u00f5es formadas por a\u00e7o, elemento que libera grandes quantidades de di\u00f3xido de carbono (CO\u2082) ao ser produzido. 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