{"id":52124,"date":"2023-09-12T16:02:34","date_gmt":"2023-09-12T16:02:34","guid":{"rendered":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/?p=52124"},"modified":"2023-09-12T16:02:38","modified_gmt":"2023-09-12T16:02:38","slug":"governo-brasileiro-se-compromete-a-pagar-divida-de-r-4-bilhoes-ate-o-fim-do-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2023\/09\/12\/governo-brasileiro-se-compromete-a-pagar-divida-de-r-4-bilhoes-ate-o-fim-do-ano\/","title":{"rendered":"Governo brasileiro se compromete a pagar d\u00edvida de R$ 4 bilh\u00f5es at\u00e9 o fim do ano"},"content":{"rendered":"\n<p>Recursos j\u00e1 est\u00e3o separados para acabar com os calotes nos aportes anuais do Brasil a bancos e institui\u00e7\u00f5es internacionais, de acordo com o Minist\u00e9rio do Planejamento e Or\u00e7amento<\/p>\n\n\n\n<p>O governo brasileiro promete quitar ainda em 2023 todas as d\u00edvidas acumuladas desde 2014 com organismos multilaterais internacionais. No total, s\u00e3o cerca de R$ 4 bilh\u00f5es, dos quais quase R$ 2 bilh\u00f5es j\u00e1 foram pagos este ano e outros R$ 2 bilh\u00f5es, ainda em aberto, devem ser quitados at\u00e9 o fim do ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Os recursos j\u00e1 est\u00e3o separados para acabar com os calotes nos aportes anuais do Brasil a bancos e institui\u00e7\u00f5es internacionais, como a pr\u00f3pria Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU). O Minist\u00e9rio do Planejamento e Or\u00e7amento depende apenas do cronograma de libera\u00e7\u00f5es de recursos at\u00e9 dezembro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cVamos quitar todo o passivo de anos anteriores, mais o fluxo normal de aportes de 2023. O dinheiro a gente tem, o desafio \u00e9 o limite financeiro mensal para fazer os pagamentos. Mas \u00e9 algo que conseguimos contornar via Junta de Execu\u00e7\u00e3o Or\u00e7ament\u00e1ria (JEO)\u201d, garantiu, em entrevista ao Estad\u00e3o\/Broadcast, sistema de not\u00edcias em tempo real do Grupo Estado, a secret\u00e1ria de Assuntos Internacionais e Desenvolvimento da pasta, Renata Amaral.<\/p>\n\n\n\n<p>Direito a voto<br>De acordo com ela, a prioridade nos pagamentos at\u00e9 o momento foi restabelecer o direito do Brasil a voto em organismos como a ONU, al\u00e9m de resgatar a capacidade de o Pa\u00eds se financiar com fundos para os quais havia parado de contribuir em governos passados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cJ\u00e1 est\u00e1 mudando a imagem do Brasil l\u00e1 fora. Brincamos com o Itamaraty que estamos ajudando a n\u00e3o passarmos mais vergonha no exterior. J\u00e1 estamos sentindo essa diferen\u00e7a nas visitas ao exterior\u201d, relatou a secret\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Renata lembra que os aportes anuais a organismos internacionais passam a ser considerados despesas obrigat\u00f3rias a partir do Or\u00e7amento de 2024. \u201cIsso vai evitar constrangimentos e evitar que o Brasil perca o lugar de fala nesses lugares. Ainda mais agora que o presidente Lula tem uma agenda internacional agitada.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A principal agenda internacional do Brasil para o pr\u00f3ximo ano \u00e9 a presid\u00eancia rotativa do G20, que inclui a realiza\u00e7\u00e3o de uma c\u00fapula de chefes de Estado e um extenso cronograma de reuni\u00f5es setoriais no \u00e2mbito ministerial. Assumir o posto implica desafios ao compromisso do governo de cumprir a meta de resultado prim\u00e1rio zero em 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do pedido do Planejamento para que as pastas separem recursos de suas despesas discricion\u00e1rias para a organiza\u00e7\u00e3o dos eventos, Renata admite que o governo precisar\u00e1 da ajuda financeira de organismos multilaterais para dar conta de toda a estrutura demandada pelo G20.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cVamos contar com organiza\u00e7\u00f5es internacionais para aportarem recursos, mas isso aconteceu com outras presid\u00eancias do grupo. Nossa ideia \u00e9 ter menos reuni\u00f5es e comit\u00eas presenciais do que houve na \u00cdndia este ano. H\u00e1 uma percep\u00e7\u00e3o de que o n\u00famero de encontros foi exagerado\u201d, adiantou.<\/p>\n\n\n\n<p>Tebet dever\u00e1 ter mais protagonismo internacional<br>Passadas as entregas do Plano Plurianual (PPA) e do Projeto de Lei Or\u00e7ament\u00e1ria Anual (PLOA) de 2024 ao Congresso na semana passada, a secret\u00e1ria de Assuntos Internacionais e Desenvolvimento do Minist\u00e9rio do Planejamento e Or\u00e7amento, Renata Amaral, agora pretende turbinar a participa\u00e7\u00e3o da ministra Simone Tebet nas agendas internacionais do governo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com apenas uma ida ao Panam\u00e1, em mar\u00e7o, a ministra deve representar o Brasil na semana que vem em reuni\u00e3o entre a Uni\u00e3o Europeia e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), em Santiago de Compostela, Espanha.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTemos uma previs\u00e3o de viagem a Washington em novembro, para reuni\u00e3o do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Em 2024 vamos estruturar uma visita \u00e0 OCDE, em Paris. Tebet esteve muito envolvida na pauta interna de reconstruir o minist\u00e9rio e, entregues esses projetos, temos um pouco mais de liberdade para ela. \u00c9 importante ela ter maior participa\u00e7\u00e3o internacional\u201d, concluiu a secret\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: CNN Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recursos j\u00e1 est\u00e3o separados para acabar com os calotes nos aportes anuais do Brasil a bancos e institui\u00e7\u00f5es internacionais, de acordo com o Minist\u00e9rio do Planejamento e Or\u00e7amento O governo brasileiro promete quitar ainda em 2023 todas as d\u00edvidas acumuladas desde 2014 com organismos multilaterais internacionais. 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