{"id":45006,"date":"2023-03-04T14:28:06","date_gmt":"2023-03-04T14:28:06","guid":{"rendered":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2023\/03\/04\/do-cafezinho-ao-etanol-como-el-nino-pode-afetar-brasil-em-2023\/"},"modified":"2023-03-04T14:28:06","modified_gmt":"2023-03-04T14:28:06","slug":"do-cafezinho-ao-etanol-como-el-nino-pode-afetar-brasil-em-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2023\/03\/04\/do-cafezinho-ao-etanol-como-el-nino-pode-afetar-brasil-em-2023\/","title":{"rendered":"Do cafezinho ao etanol: como El Ni\u00f1o pode afetar Brasil em 2023"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/QSYhoqy0_ZTFcDoPR1t-MM7_Gqo=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2023\/d\/9\/EW6dwOQpeVGmGZFI45UQ\/image.png\"><br \/>     Ag\u00eancia da ONU v\u00ea 55% de chance de fen\u00f4meno voltar em junho, elevando as temperaturas globais. No Brasil, pode afetar produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, cana de a\u00e7\u00facar e outros setores. Ag\u00eancia da ONU v\u00ea 55% de chance de El Ni\u00f1o voltar em junho<br \/>\nGetty Images<br \/>\nA Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial (OMM), ag\u00eancia especializada das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) para a meteorologia, alertou em 1\u00ba de mar\u00e7o para um poss\u00edvel retorno este ano do fen\u00f4meno atmosf\u00e9rico El Ni\u00f1o.<br \/>\nSegundo a ag\u00eancia, h\u00e1 uma probabilidade de 15% de o El Ni\u00f1o voltar entre abril e junho. As chances sobem para 35% entre maio e julho, e s\u00e3o de 55% de junho a agosto.<br \/>\nO El Ni\u00f1o provoca um aquecimento fora do normal das \u00e1guas do Oceano Pac\u00edfico na parte equatorial, elevando as temperaturas globais.<br \/>\nNos \u00faltimos tr\u00eas anos, o mundo esteve sob influ\u00eancia do La Ni\u00f1a, que esfria as \u00e1guas do Pac\u00edfico na mesma regi\u00e3o e contribuiu para frear temporariamente o aumento das temperaturas no planeta, segundo o secret\u00e1rio-geral da OMM, Petteri Taalas \u2013 ainda que os \u00faltimos oito anos tenham sido alguns dos mais quentes j\u00e1 registrados.<br \/>\nA \u00faltima vez em que o mundo enfrentou um forte El Ni\u00f1o foi entre 2015 e 2016.<br \/>\nAquele foi o segundo El Ni\u00f1o mais poderoso desde 1950, atr\u00e1s apenas do ocorrido em 1997 e 1998.<br \/>\nSob influ\u00eancia do fen\u00f4meno e das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, o ano de 2016 foi o mais quente j\u00e1 registrado na hist\u00f3ria, segundo a OMM.<br \/>\nNo Brasil, o El Ni\u00f1o naquele bi\u00eanio intensificou a seca no Nordeste e provocou estiagem prolongada no Norte, centro-norte de Minas e de Goi\u00e1s e no Distrito Federal.<br \/>\nAl\u00e9m disso, houve fortes inunda\u00e7\u00f5es no Sul, e impactos sobre o setor el\u00e9trico e a produ\u00e7\u00e3o de alimentos.<br \/>\nE agora? O que pode vir pela frente no Brasil com a volta do El Ni\u00f1o?<br \/>\nEntenda como o fen\u00f4meno pode influenciar do cafezinho ao etanol que abastece o carro.<br \/>\nComo El Ni\u00f1o afeta o clima no Brasil<br \/>\nO &#8220;Ni\u00f1o&#8221; que d\u00e1 nome ao fen\u00f4meno \u00e9 ningu\u00e9m menos do que o menino Jesus (el ni\u00f1o Jes\u00fas, em espanhol). O evento clim\u00e1tico recebeu esse nome por ser primeiro identificado por pescadores do Peru e Equador na \u00e9poca do Natal.<br \/>\n&#8220;O El Ni\u00f1o e a La Ni\u00f1a s\u00e3o duas fases opostas do mesmo fen\u00f4meno, que chamamos de El Ni\u00f1o Oscila\u00e7\u00e3o Sul [ou ENSO, na sigla em ingl\u00eas]&#8221;, explica Vin\u00edcius Lucyrio, meteorologista da Climatempo.<br \/>\nAquecimento e resfriamento do Pac\u00edfico equatorial entre 1950 e 2022<br \/>\nMETEREOLOGIA UNIFEI<br \/>\n&#8220;\u00c9 um fen\u00f4meno que acopla condi\u00e7\u00f5es oce\u00e2nicas e atmosf\u00e9ricas. Ou seja: \u00e9 o oceano influenciando diretamente na condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas.&#8221;<br \/>\nO El Ni\u00f1o \u00e9 a fase quente deste fen\u00f4meno, que traz \u00e1guas de temperatura mais elevada para a faixa equatorial do Pac\u00edfico Sul, na costa norte do Peru e do Equador, se estendendo ao sul da linha imagin\u00e1ria at\u00e9 quase a Oceania.<br \/>\nIsso ocorre por um enfraquecimento dos ventos al\u00edsios, um sistema de ventos que sopram de leste para oeste na regi\u00e3o equatorial, explica Lucyrio.<br \/>\nJ\u00e1 a La Ni\u00f1a \u00e9 a fase fria do fen\u00f4meno, com temperaturas abaixo da m\u00e9dia nas \u00e1gua do Pac\u00edfico Sul, sob efeito de ventos al\u00edsios fortalecidos que favorecem a ressurg\u00eancia de \u00e1guas profundas mais frias na costa do Peru e do Equador.<br \/>\n&#8220;\u00c9 uma \u00f3tima fase para pesca, porque traz \u00e1guas mais ricas em nutrientes das profundezas do oceano para as \u00e1reas mais superficiais&#8221;, observa.<br \/>\nNo Brasil, a La Ni\u00f1a afeta as chuvas nos dois extremos do pa\u00eds.<br \/>\nNo Sul, ficam mais irregulares, favorecendo per\u00edodos de estiagem e seca. J\u00e1 no Norte e Nordeste, h\u00e1 um aumento das precipita\u00e7\u00f5es, principalmente entre agosto e fevereiro.<br \/>\nA La Ni\u00f1a tamb\u00e9m traz temperaturas abaixo da m\u00e9dia ao pa\u00eds, ao favorecer a passagem de frentes frias. Isso ajuda a explicar, por exemplo, o ver\u00e3o mais ameno esse ano no Sudeste, observa o especialista da Climatempo.<br \/>\nJ\u00e1 o El Ni\u00f1o traz tempo mais quente em todo o Brasil, principalmente entre o final do inverno e o ver\u00e3o. E, nas chuvas, o sinal se inverte. No Norte e Nordeste, a chuva tende a ficar abaixo da m\u00e9dia, enquanto no Sul, fica acima.<br \/>\n&#8220;Pode haver inunda\u00e7\u00f5es severas e solo encharcado no Sul, trazendo preju\u00edzos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola&#8221;, diz Lucyrio, ponderando por\u00e9m que a produtividade na regi\u00e3o tamb\u00e9m pode ser beneficiada pela maior quantidade de chuvas.<br \/>\nSegundo o meteorologista, os modelos apontam uma probabilidade acima de 60% de ocorr\u00eancia de El Ni\u00f1o no per\u00edodo de junho, julho e agosto. E a transi\u00e7\u00e3o entre o La Ni\u00f1a e o El Ni\u00f1o deve acontecer de forma mais acelerada do que o padr\u00e3o hist\u00f3rico.<br \/>\nEm vermelho, a probabilidade de El Ni\u00f1o; em azul, de La Ni\u00f1a; em cinza, a fase neutra, conforme os trimestres, com a inicial de cada m\u00eas (ex: FMA = fevereiro, mar\u00e7o e abril)<br \/>\nIRI\/CPC<br \/>\nImpactos do cafezinho ao etanol<br \/>\nOs analistas s\u00e3o cautelosos em apontar poss\u00edveis impactos do El Ni\u00f1o na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola brasileira, j\u00e1 que ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel saber qual ser\u00e1 a intensidade do fen\u00f4meno que pode ter in\u00edcio esse ano.<br \/>\nMas, com base na ocorr\u00eancia do evento clim\u00e1tico no passado, \u00e9 poss\u00edvel obter algumas pistas.<br \/>\nUm dos cultivos que podem ser afetados \u00e9 o do caf\u00e9, segundo Nat\u00e1lia Gandolphi, analista da consultoria HedgePoint Global Markets.<br \/>\n&#8216;O El Ni\u00f1o historicamente afetou negativamente a produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 no Brasil&#8217;, diz analista<br \/>\nGetty Images<br \/>\nEssa \u00e9 uma poss\u00edvel m\u00e1 not\u00edcia para os apreciadores da bebida, j\u00e1 que o caf\u00e9 mo\u00eddo chegou a acumular alta de pre\u00e7os de mais de 60% em 12 meses em meados de 2022, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), sob efeito de secas e geadas que afetaram a safra.<br \/>\nDesde ent\u00e3o, a infla\u00e7\u00e3o do caf\u00e9 perdeu for\u00e7a, mas o produto nunca retomou o patamar anterior de pre\u00e7os, com o pacote de 500g vendido a um pre\u00e7o m\u00e9dio de R$ 15,48 ao fim de 2022, de acordo com a Funda\u00e7\u00e3o Procon-SP.<br \/>\n&#8220;No geral, quando observamos os eventos de El Ni\u00f1o, h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 5% na produ\u00e7\u00e3o de [caf\u00e9 do tipo] Ar\u00e1bica&#8221;, diz Gandolphi, analista da HedgePoint especialista neste produto.<br \/>\nIsso acontece, segundo ela, porque o El Ni\u00f1o provoca um inverno mais quente, prejudicando o desenvolvimento vegetativo do p\u00e9 de caf\u00e9.<br \/>\nA \u00e9poca de florada, ap\u00f3s setembro, e de crescimento, desenvolvimento e matura\u00e7\u00e3o dos frutos tamb\u00e9m pode ser prejudicada pelas temperaturas mais elevadas, diz a especialista.<br \/>\n&#8220;O El Ni\u00f1o historicamente afetou negativamente a produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 no Brasil e isso \u00e9 um fator altista [para os pre\u00e7os do produto]. Mas, hoje, a perspectiva para a safra 2024-2025, que seria a afetada pelo El Ni\u00f1o, \u00e9 muito boa&#8221;, pondera.<br \/>\nNa cultura de cana-de-a\u00e7\u00facar, o pico da safra no Brasil ocorre entre abril e agosto.<br \/>\n&#8220;Se vier um El Ni\u00f1o forte, ele pode levar a um inverno mais \u00famido. Isso \u00e9 ruim para o ritmo da safra de a\u00e7\u00facar, porque, se chove demais, as usinas n\u00e3o conseguem moer&#8221;, explica L\u00edvea Coda, analista de a\u00e7\u00facar e etanol da HedgePoint.<br \/>\n&#8216;Um evento clim\u00e1tico que afete a moagem afeta tanto o a\u00e7\u00facar como o etanol&#8217;, diz analista<br \/>\nGetty Images<br \/>\n&#8220;Tamb\u00e9m \u00e9 ruim para a concentra\u00e7\u00e3o de sacarose, porque, nessa etapa do desenvolvimento da cana, se chove muito, ela fica mais &#8216;aguada&#8217;, com menor concentra\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar. Ent\u00e3o, poderia ser ruim para a safra 2023-2024 do Brasil&#8221;, diz Coda.<br \/>\nSegundo ela, se o fen\u00f4meno se estender de dezembro a fevereiro, a precipita\u00e7\u00e3o no Centro-Sul pode diminuir, principalmente no norte de S\u00e3o Paulo, Minas Gerais, Goi\u00e1s e Mato Grosso, comprometendo a pr\u00f3xima safra.<br \/>\n&#8220;Havendo um evento clim\u00e1tico que afete a moagem, afeta tanto para o a\u00e7\u00facar, como para o etanol. Se tiver um El Ni\u00f1o muito forte, que atrapalhe o ritmo da safra, pode ter um impacto na disponibilidade total de produto, e isso \u00e9 uma press\u00e3o inflacion\u00e1ria para pre\u00e7os&#8221;, explica.<br \/>\n&#8220;Mas precisaria ter um evento muito forte, muito relevante, para isso acontecer e termos de fato um problema na safra brasileira de cana.&#8221;<br \/>\nGr\u00e3os e prote\u00edna animal<br \/>\nPedro Schicchi, analista de gr\u00e3os e prote\u00edna animal da consultoria, explica que um inverno mais \u00famido pode ser ben\u00e9fico para a safra de milho de inverno no Mato Grosso e Goi\u00e1s.<br \/>\n&#8216;Uma maior produ\u00e7\u00e3o de milho pode reduzir o custo da ra\u00e7\u00e3o para produtores de frango e su\u00ednos&#8217;, diz analista<br \/>\nGetty Images<br \/>\nO evento tamb\u00e9m pode favorecer a safra de soja no Sul do pa\u00eds, com maior volume de chuvas, embora possa prejudicar o gr\u00e3o no Centro-Oeste, devido ao tempo mais seco.<br \/>\n&#8220;Se a chuva realmente vier e tivermos maior produ\u00e7\u00e3o de milho, isso pode reduzir o custo da ra\u00e7\u00e3o para os produtores de frango e su\u00ednos&#8221;, diz Schicchi.<br \/>\n&#8220;Para o gado bovino, a chuva amplia a \u00e1rea de pastagem, ent\u00e3o, o efeito tamb\u00e9m pode ser positivo.&#8221;<br \/>\nMas isso pode n\u00e3o necessariamente impactar o consumidor final, afirma o analista.<br \/>\n&#8220;Pode ser que essa redu\u00e7\u00e3o de custos n\u00e3o seja repassada por diversos motivos, como o alto volume de exporta\u00e7\u00e3o, real desvalorizado. Ent\u00e3o, isso interage com outros fatores de mercado.&#8221;<br \/>\nE o setor el\u00e9trico?<br \/>\nNo Brasil, os principais reservat\u00f3rios hidrel\u00e9tricos ficam nas regi\u00f5es Sudeste e central do pa\u00eds.<br \/>\n&#8220;Para o setor el\u00e9trico, geralmente a La Ni\u00f1a \u00e9 melhor, porque favorece a forma\u00e7\u00e3o de zona de converg\u00eancia do Atl\u00e2ntico Sul e frentes estacion\u00e1rias nessas regi\u00f5es&#8221;, explica o meteorologista Filipe Pungirum, mestre em Clima pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).<br \/>\n&#8220;O El Ni\u00f1o favorece um tempo mais quente e seco na por\u00e7\u00e3o centro-norte do pa\u00eds e, por isso, n\u00e3o costuma ser positivo para a manuten\u00e7\u00e3o dos reservat\u00f3rios de energia.&#8221;<br \/>\nReservat\u00f3rio de Furnas opera atualmente com volume \u00fatil de 96%, segundo ONS<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o\/Eletrobras<br \/>\nPor regi\u00f5es, os reservat\u00f3rios de Norte, Nordeste e Minas Gerais costumam ser prejudicados por um El Ni\u00f1o forte, enquanto o Sul \u00e9 beneficiado \u2013 mas a regi\u00e3o tem poucos reservat\u00f3rios.<br \/>\nO fen\u00f4meno tamb\u00e9m costuma elevar as temperaturas nas capitais, pressionando a demanda, j\u00e1 que o ar condicionado se tornou o principal fator de pico do consumo el\u00e9trico nacional.<br \/>\nO meteorologista pondera, por\u00e9m, que os reservat\u00f3rios do pa\u00eds se encontram em excelente momento.<br \/>\nSegundo o Operador Nacional do Sistema El\u00e9trico (ONS), os reservat\u00f3rios do Sudeste e Centro-Oeste encerraram fevereiro em patamares superiores a 70%, maior n\u00edvel desde 2012. Enquanto no Sul e Nordeste, os n\u00edveis est\u00e3o acima de 80%, e no Norte, em quase 100%.<br \/>\n&#8220;Mesmo se esse pr\u00f3ximo El Ni\u00f1o for bem rigoroso e tivermos poucas chuvas, n\u00e3o vai ser t\u00e3o grave quanto nas \u00faltimas crises&#8221;, acredita o especialista.<br \/>\n&#8211; Texto originalmente publicado em https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/c14n1d7dlexo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ag\u00eancia da ONU v\u00ea 55% de chance de fen\u00f4meno voltar em junho, elevando as temperaturas globais. No Brasil, pode afetar produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, cana de a\u00e7\u00facar e outros setores. Ag\u00eancia da ONU v\u00ea 55% de chance de El Ni\u00f1o voltar em junho Getty Images A Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial (OMM), ag\u00eancia especializada das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU)<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":45007,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[43],"tags":[],"class_list":{"0":"post-45006","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-economia"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45006","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45006"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45006\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/45007"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45006"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45006"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45006"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}