{"id":26925,"date":"2022-12-17T14:10:58","date_gmt":"2022-12-17T14:10:58","guid":{"rendered":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2022\/12\/17\/tres-a-cada-quatro-brasileiros-estao-otimistas-em-relacao-a-2023-aponta-pesquisa\/"},"modified":"2022-12-17T14:10:58","modified_gmt":"2022-12-17T14:10:58","slug":"tres-a-cada-quatro-brasileiros-estao-otimistas-em-relacao-a-2023-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/comandogeraldanoticia.com.br\/index.php\/2022\/12\/17\/tres-a-cada-quatro-brasileiros-estao-otimistas-em-relacao-a-2023-aponta-pesquisa\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas a cada quatro brasileiros est\u00e3o otimistas em rela\u00e7\u00e3o a 2023, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/WFiMVqCoVcXhzXpUF1oa0rj4Mgc=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2017\/v\/I\/8nAJNsSzypJv2usFVIpQ\/rio1.jpg\"><br \/>   Levantamentos feitos pela Febraban indicam que a maioria da popula\u00e7\u00e3o considera que 2022 termina melhor do que come\u00e7ou. Pessoas festejam o r\u00e9veillon durante queima de fogos de artif\u00edcio no mar de Copacabana, Zona Sul do Rio<br \/>\nLeo Correa\/AP<br \/>\nEsperan\u00e7a, alegria e confian\u00e7a. S\u00e3o estes os principais sentimentos da maioria dos brasileiros em rela\u00e7\u00e3o a 2023. Pesquisas realizadas pela Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bancos (Febraban) apontam que o otimismo em rela\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3ximo ano \u00e9 compartilhado por tr\u00eas a cada quatro pessoas no pa\u00eds e que sete a cada dez consideram que 2022 termina melhor do que come\u00e7ou.<br \/>\nRealizadas pelo Observat\u00f3rio Febraban e e pela Radar Febraban, as duas pesquisas foram realizadas entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro, com 3 mil pessoas nas cinco regi\u00f5es do Pa\u00eds.<br \/>\n\u201cO Observat\u00f3rio Febraban mostra que a esperan\u00e7a \u00e9 o principal sentimento em rela\u00e7\u00e3o ao ano novo, sobretudo entre as mulheres. Tamb\u00e9m aponta perspectivas otimistas quanto \u00e0 queda do desemprego, aumento do acesso ao cr\u00e9dito e do poder de compra, acompanhadas de uma atitude cautelosa em rela\u00e7\u00e3o a taxa de juros e infla\u00e7\u00e3o\/custo de vida\u201d, apontou o soci\u00f3logo e cientista pol\u00edtico Ant\u00f4nio Lavareda, presidente do Conselho Cient\u00edfico do Ipespe.<br \/>\nEntre os entrevistados, 71% se disseram satisfeitos ou muito satisfeitos com a vida que v\u00eam levando, enquanto 43% avaliaram que, no \u00e2mbito pessoal, 2022 chega ao fim melhor do que come\u00e7ou.<br \/>\nPara 76% dos ouvidos, as expectativas em rela\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3ximo ano s\u00e3o positivas, enquanto 23% t\u00eam expectativas negativas. A cren\u00e7a na melhora da vida pessoal e familiar no novo ano \u00e9 partilhada por 74% da popula\u00e7\u00e3o.<br \/>\nNo \u00e2mbito econ\u00f4mico, a maioria dos entrevistados avalia que sua situa\u00e7\u00e3o financeira j\u00e1 est\u00e1 se recuperando e mais da metade acredita que estar\u00e1 menos endividada. Quase quatro em cada dez entrevistados consideram que a recupera\u00e7\u00e3o da economia j\u00e1 est\u00e1 em curso e mais da metade deles acredita que o pa\u00eds estar\u00e1 melhor no pr\u00f3ximo ano.<br \/>\nVeja abaixo os principais resultados das duas pesquisas:<br \/>\nObservat\u00f3rio Febraban<br \/>\nSentimentos positivos em rela\u00e7\u00e3o a 2023<br \/>\nO novo ano chega renovando expectativas favor\u00e1veis, com sentimentos predominantemente positivos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 virada de ano (76%). Em todos os estratos sociodemogr\u00e1ficos, a soma de sentimentos positivos em rela\u00e7\u00e3o a 2023 passa de 70%, chegando a 85% entre os jovens de 18 a 24 anos e a 79% entre as mulheres.<br \/>\nEsperan\u00e7a:  desponta como o sentimento mais citado, com 38% das men\u00e7\u00f5es;<br \/>\nAlegria: \u00e9 o segundo sentimento mais citado (19%);<br \/>\nConfian\u00e7a: surge como terceiro sentimento predominante (13%);<br \/>\nTranquilidade e orgulho: s\u00e3o citados por 4% e 2% dos entrevistados, respectivamente.<br \/>\nSentimentos negativos em rela\u00e7\u00e3o a 2023<br \/>\nOs sentimentos negativos n\u00e3o alcan\u00e7am um quarto das men\u00e7\u00f5es (23%)<br \/>\nDesconfian\u00e7a:  \u00e9 o mais citado, mas por apenas 8%;<br \/>\nMedo: aparece em segundo lugar, com 7% de men\u00e7\u00f5es;<br \/>\nTristeza:  sentimento \u00e9 citado por 5% do total dos entrevistados.<br \/>\nExpectativas para a vida pessoal e familiar em 2023<br \/>\nAs expectativas tamb\u00e9m s\u00e3o favor\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vida pessoal e familiar no pr\u00f3ximo ano. Entre os entrevistados, 74% creem que sua vida ir\u00e1 melhorar em 2023. Outros 11% imaginam que n\u00e3o haver\u00e1 mudan\u00e7as e 10%, mais pessimistas, acreditam numa piora.<br \/>\nA tend\u00eancia tamb\u00e9m \u00e9 de otimismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o financeira ap\u00f3s a pandemia: 60% declaram que ela j\u00e1 est\u00e1 se recuperando, enquanto 23% vislumbram essa recupera\u00e7\u00e3o s\u00f3 depois desse ano. Poucos (9%) s\u00e3o os que avaliam que sua situa\u00e7\u00e3o financeira n\u00e3o foi afetada e os mais pessimistas, que n\u00e3o vislumbram recupera\u00e7\u00e3o, somam apenas 3%.<br \/>\nA percep\u00e7\u00e3o de que a recupera\u00e7\u00e3o das finan\u00e7as j\u00e1 est\u00e1 em curso (60%) apresenta oscila\u00e7\u00f5es importantes por faixa et\u00e1ria e escolaridade. Enquanto esse percentual \u00e9 de 66% entre os de 18 a 24 anos, cai para 53% na faixa de 45 a 59 anos e 55% entre os que t\u00eam 60 anos ou mais.<br \/>\nFinan\u00e7as: \u00e9 o primeiro no ranking de aspectos da vida pessoal com mais chances de melhorar em 2023 (36%);<br \/>\nSa\u00fade f\u00edsica: aparece em segundo lugar (28%) no rol de poss\u00edveis melhorias em 2023;<br \/>\nSa\u00fade mental: fica em terceiro lugar (26%);<br \/>\nTrabalho ou emprego: teve 23% das men\u00e7\u00f5es;<br \/>\nRela\u00e7\u00f5es interpessoais: s\u00e3o citadas por 16%;<br \/>\nLazer e entretenimento: tiveram 12% das men\u00e7\u00f5es;<br \/>\nMoradia: citada por 10% dos respondentes.<br \/>\nExpectativas sobre o endividamento<br \/>\nA expectativa positiva sobre a recupera\u00e7\u00e3o das finan\u00e7as pessoais impacta sobre a proje\u00e7\u00e3o do endividamento: mais da metade dos entrevistados (56%) acredita que estar\u00e1 menos endividada em 2023 do que em 2022. Essa percep\u00e7\u00e3o \u00e9 mais comum na faixa de 18 a 24 anos (64%) e menos frequente entre os que t\u00eam 60 anos ou mais (49%). Para 28% dos entrevistados, o seu n\u00edvel de endividamento em 2023 permanecer\u00e1 o mesmo que em 2022.<br \/>\nExpectativas sobre o Pa\u00eds em 2023<br \/>\nO otimismo dos brasileiros tamb\u00e9m predomina em rela\u00e7\u00e3o ao pa\u00eds, por\u00e9m de modo menos expressivo do que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vida pessoal e com dose de cautela. Mais da metade (55%) acreditam que em 2023 o Brasil vai melhorar. Na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria, a piora do pa\u00eds \u00e9 esperada por 26% dos pesquisados. Para 13% dos respondentes, o pa\u00eds vai permanecer igual.<br \/>\nPrevalece a opini\u00e3o de que a economia s\u00f3 vai se recuperar a partir do pr\u00f3ximo ano (45%). Pouco mais de um ter\u00e7o opinam que a economia j\u00e1 est\u00e1 se recuperando (39%). Uma parcela mais pessimista, que n\u00e3o enxerga perspectivas de recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, \u00e9 constitu\u00edda por 8% dos respondentes.<br \/>\nProje\u00e7\u00f5es para os primeiros seis meses de 2023<br \/>\nEssas proje\u00e7\u00f5es s\u00e3o permeadas por maior cautela. O placar das expectativas sobre taxa de juros e infla\u00e7\u00e3o\/custo de vida mostra um empate entre os que acreditam que ficar\u00e1 como est\u00e1 ou ir\u00e1 melhorar, e aqueles que vislumbram piora.<br \/>\nTaxas de Juros: 49% creem que vai diminuir (25%) ou permanecer\u00e1 igual (24%). Enquanto 48% acreditam que vai aumentar;<br \/>\nInfla\u00e7\u00e3o: 53% acham que o custo de vida vai diminuir (29%) ou ficar\u00e1 no patamar atual (24%). J\u00e1 45% declaram que ir\u00e1 aumentar;<br \/>\n\u2022  Acesso ao cr\u00e9dito: 72% creem que recursos para pessoas e empresas v\u00e3o aumentar (40%) ou ficar\u00e3o como est\u00e1 (32%). Ao passo que cerca de um quarto acredita em diminui\u00e7\u00e3o (23%);<br \/>\n\u2022 Desemprego: 67% acreditam que vai diminuir (39%) ou ficar\u00e1 o mesmo (28%). J\u00e1 para 31% o desemprego ir\u00e1 aumentar nos pr\u00f3ximos seis meses;<br \/>\n\u2022 Poder de compra: 62% apostam no aumento do poder de compra das pessoas (36%) ou na perman\u00eancia no n\u00edvel atual (26%). Enquanto 34% acham que ir\u00e1 diminuir;<br \/>\nExpectativas sobre o novo governo<br \/>\nQuase metade dos brasileiros (46%) acredita que o Governo Lula ser\u00e1 \u00f3timo\/bom e outros 16% imaginam que ser\u00e1 regular. Na outra ponta, pouco menos de um ter\u00e7o (31%) avalia que o novo Governo ser\u00e1 ruim\/p\u00e9ssimo.<br \/>\nAgenda da popula\u00e7\u00e3o para o pr\u00f3ximo governo se sobrep\u00f5e, em v\u00e1rias \u00e1reas, \u00e0 agenda dos principais compromissos abordados na recente campanha.<br \/>\nEduca\u00e7\u00e3o: 20%;<br \/>\nSa\u00fade: 17%;<br \/>\nDesemprego: 15%;<br \/>\nFome e Mis\u00e9ria: 14%;<br \/>\nInfla\u00e7\u00e3o e Custo de vida: 13%;<br \/>\nCombate \u00e0 Corrup\u00e7\u00e3o: 10%.<br \/>\nEntraves para o novo Governo<br \/>\nCerca de um ter\u00e7o dos respondentes (33%) acredita que o comportamento dos juros, do d\u00f3lar e da bolsa de valores ser\u00e1 o principal obst\u00e1culo a ser enfrentado pelo novo Governo. J\u00e1 a falta de apoio do Congresso aparece em segundo lugar, com 16% das men\u00e7\u00f5es. Em terceiro lugar (14%) como entrave que pode prejudicar o bom desempenho do pr\u00f3ximo governo aparecem as manifesta\u00e7\u00f5es e falta de apoio da popula\u00e7\u00e3o.<br \/>\nRelacionamento entre os demais poderes e outros setores<br \/>\nA expectativa a respeito do relacionamento entre o novo Governo, os poderes Judici\u00e1rio (aqui representado pelo STF), o Legislativo (Congresso) e outros setores, \u00e9 favor\u00e1vel, com saldos positivos em todos os itens avaliados. A perspectiva de uma rela\u00e7\u00e3o \u00f3tima\/boa \u00e9 notadamente maior quanto ao STF (67%) e aos movimentos sociais (59%), caindo para 48% no caso dos bancos e mercado financeiro; para 40% com o Congresso; e para 37% com os empres\u00e1rios.<br \/>\nRadar Febraban<br \/>\nBalan\u00e7o de 2022, vida pessoal e familiar<br \/>\nA grande maioria dos brasileiros est\u00e1 muito satisfeita ou satisfeita (71%) com a vida que vem levando. De outro lado, cerca de um quinto da popula\u00e7\u00e3o (22%) se diz insatisfeita ou muito insatisfeita com a vida. Grande parte dos entrevistados (43%) avalia que houve melhora na sua vida pessoal e familiar em 2022 em compara\u00e7\u00e3o com 2021, enquanto para 35% a vida continuou igual. Os que percebem piora constituem a menor parcela, 21%.<br \/>\nUso de tecnologias ou recursos digitais: 58% avaliam que houve melhoras em 2022;<br \/>\nRela\u00e7\u00f5es com companheiro(a), filhos, familiares e\/ou amigos: 49% viram melhoras no ano;<br \/>\nMoradia: 57% disseram que n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o em 2022;<br \/>\nEstudos e Cultura: 50% n\u00e3o sentiram mudan\u00e7as;<br \/>\nSa\u00fade f\u00edsica: 42% n\u00e3o ocorreram altera\u00e7\u00f5es;<br \/>\nSa\u00fade mental: 40% n\u00e3o registram mudan\u00e7as;<br \/>\nFinan\u00e7as: 39% afirmam que ficou como estava e 28% identificaram piora e 32% disseram que melhorou.<br \/>\nTrabalho e emprego: 40% disseram que n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o, 37% afirmam que melhorou e 21% disseram que piorou em compara\u00e7\u00e3o a 2021.<br \/>\nExpectativa de consumo<br \/>\nDiante do balan\u00e7o das finan\u00e7as em 2022, a expectativa para as compras de fim de ano \u00e9 predominantemente pessimista: 46% dos entrevistados afirmam que ir\u00e3o comprar menos do que no ano passado, apenas 16% esperam comprar mais, e 35% dizem que manter\u00e3o o padr\u00e3o anterior.<br \/>\nBalan\u00e7o do pa\u00eds em 2022<br \/>\nColocando-se em perspectiva a evolu\u00e7\u00e3o do pa\u00eds em 2022 no cotejo com 2021, a maioria considera que o Brasil melhorou (39%) ou ficou igual (25%), contra 34% que afirmam ter piorado.<br \/>\nPerguntados sobre em quais \u00e1reas o Brasil melhorou em 2022 Emprego e Renda ocupam o topo do ranking \u2013 \u00fanica men\u00e7\u00e3o com dois d\u00edgitos, 19%.  As demais men\u00e7\u00f5es ficam abaixo de 10%, sem destaques. Chama aten\u00e7\u00e3o o contingente de cerca de um ter\u00e7o dos entrevistados (31%) que n\u00e3o cita qualquer \u00e1rea.<br \/>\nJ\u00e1 na designa\u00e7\u00e3o das \u00e1reas que experimentaram piora em 2022, quatro men\u00e7\u00f5es se destacam com dois d\u00edgitos: Sa\u00fade com 16%, Infla\u00e7\u00e3o e Custo de Vida (13%), Fome e Pobreza (12%) e Emprego e Renda (12%).  As demais cita\u00e7\u00f5es ficam abaixo de 10% no total.<br \/>\nImpacto da Infla\u00e7\u00e3o<br \/>\nA segunda posi\u00e7\u00e3o ocupada por Infla\u00e7\u00e3o e Custo de vida no ranking de \u00e1reas que pioraram\/ tiveram mais problemas em 2022 \u00e9 reiterada pela superlativa avalia\u00e7\u00e3o (79%) de que os pre\u00e7os dos produtos aumentaram muito ou aumentaram do come\u00e7o do ano at\u00e9 o momento. Os itens mais impactados pela carestia s\u00e3o:<br \/>\nAlimentos e outros produtos de abastecimento dom\u00e9stico: 68% das men\u00e7\u00f5es (em pergunta de m\u00faltiplas respostas);<br \/>\nCombust\u00edvel: 30%;<br \/>\nServi\u00e7os de Sa\u00fade ou rem\u00e9dios: 22%;<br \/>\nJuros de cart\u00e3o de cr\u00e9dito, financiamento ou empr\u00e9stimo: 11%;<br \/>\nPlanos de compra de ve\u00edculos ou im\u00f3veis: 7%;<br \/>\nPagamento da escola, faculdade ou outros servi\u00e7os de educa\u00e7\u00e3o: 6%.<br \/>\nAvalia\u00e7\u00e3o dos Bancos<br \/>\nEntre os brasileiros, a confian\u00e7a nos bancos (59%) manteve-se relativamente est\u00e1vel, com oscila\u00e7\u00e3o positiva de dois pontos comparativamente ao levantamento de junho. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s fintechs a confian\u00e7a segue padr\u00e3o semelhante, com oscila\u00e7\u00e3o positiva de dois pontos chegando a 57%. No que concerne \u00e0s empresas privadas, o percentual de entrevistados que relataram confian\u00e7a (50%) mant\u00e9m-se no patamar observado na rodada de junho, ap\u00f3s ter sofrido queda de 4 pontos percentuais.<br \/>\nA opini\u00e3o sobre a contribui\u00e7\u00e3o positiva do setor banc\u00e1rio para o pa\u00eds e a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 refor\u00e7ada. Houve aumento da percep\u00e7\u00e3o sobre a contribui\u00e7\u00e3o positiva em todos os aspectos, com varia\u00e7\u00f5es de 2 a 5 pontos.<br \/>\nPermanece majorit\u00e1ria entre os entrevistados a percep\u00e7\u00e3o de contribui\u00e7\u00e3o positiva do setor banc\u00e1rio para o desenvolvimento da economia (56%), A contribui\u00e7\u00e3o para a gera\u00e7\u00e3o de empregos \u00e9 considerada positiva por 50%, o que representa um aumento de 4 pontos em rela\u00e7\u00e3o ao RADAR de junho. A contribui\u00e7\u00e3o positiva para a melhoria da qualidade de vida das pessoas \u00e9 reconhecida por 48% dos entrevistados, 3 pontos a mais que no levantamento anterior.<br \/>\nA opini\u00e3o sobre a contribui\u00e7\u00e3o positiva do setor banc\u00e1rio para seu neg\u00f3cio ou para sua atividade profissional aumentou 5 pontos, chegando a 49%. \u00danico item com leve redu\u00e7\u00e3o na percep\u00e7\u00e3o positiva sobre a contribui\u00e7\u00e3o dos bancos, a ajuda para o pa\u00eds, a popula\u00e7\u00e3o e seus clientes enfrentarem a crise do coronav\u00edrus, obt\u00e9m 49% de men\u00e7\u00f5es (eram 50% em junho).<br \/>\nPercep\u00e7\u00e3o sobre golpes e tentativas<br \/>\nEmbora represente uma minoria, o percentual de entrevistados que relataram ter sido v\u00edtimas de golpe ou tentativa de golpe banc\u00e1rio (30%) se mant\u00e9m no n\u00edvel reportado na \u00faltima rodada do RADAR, em junho de 2022.<br \/>\nRessalte-se que o perfil et\u00e1rio das v\u00edtimas identificado nesse levantamento, concentrado entre os que t\u00eam 25 a 44 anos (34%), difere de resultados anteriores em que as principais v\u00edtimas tinham idade de 60 anos ou mais.<br \/>\nEmbora permane\u00e7a como o tipo de golpe mais comum a clonagem ou a troca de cart\u00e3o (48%), o percentual de cita\u00e7\u00e3o \u00e9 notadamente menor que em junho\/2022 (64%). Por outro lado, cresce por mais uma rodada seguida a frequ\u00eancia do golpe em que algu\u00e9m se passa por conhecido para solicitar dinheiro no WhatsApp (de 25% em junho para 30% em dezembro).<br \/>\nO golpe da central falsa praticamente manteve o percentual (24%). Os demais golpes representam 10% ou menos do total. E quem s\u00e3o as principais v\u00edtimas dos golpes?<br \/>\nO golpe da clonagem ou troca de cart\u00f5es foi mais relatado pelos homens (49%), com renda de mais de 5 SM (56%), com n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o m\u00e9dio (53%) e idade entre 18 e 24 anos (53%).<br \/>\nSobre o golpe do WhatsApp, em que algu\u00e9m se passa por um conhecido e solicita dinheiro, \u00e9 mencionado sobretudo pelos respondentes com renda entre 2 e 5 SM (31%), com n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o superior (36%), com idade entre 25 e 44 anos (34%) e mulheres (31%).<br \/>\nO golpe da central falsa ocorre sobretudo entre pessoas com 60 anos ou mais, (30%), mulheres (26%) e com renda entre 2 e 5 SM (26%).<br \/>\nO golpe do leil\u00e3o ou loja virtual \u00e9 mais frequente entre pessoas com idade de 18 24 anos (12%), com idade de 25 a 44 anos, 45 a 59 anos, com n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o m\u00e9dio e com renda entre 2 e 5 SM (10%, em todos esses segmentos).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamentos feitos pela Febraban indicam que a maioria da popula\u00e7\u00e3o considera que 2022 termina melhor do que come\u00e7ou. Pessoas festejam o r\u00e9veillon durante queima de fogos de artif\u00edcio no mar de Copacabana, Zona Sul do Rio Leo Correa\/AP Esperan\u00e7a, alegria e confian\u00e7a. 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