September 24, 2020

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    Calem a boca de quem critica o que nunca leu Featured

    “Nem o governo soviético lançou tantos ataques simultâneos a qualquer escritor dissidente”, diz Olavo

    O Brasil é a terra da inveja em forma de crítica, na melhor das hipóteses. Ninguém fez, ninguém faz e ninguém fará nada, mas se alguém resolver virar um bom presidente, criar um meio de comunicação sério e dar um curso de filosofia cujos frutos são brilhantes e notáveis, uma corja de difamadores se levanta pedindo a cabeça de todos os que ousaram fazer o bem pelo país.

    Quando essa corja não pede a cabeça dos bons – acreditando em um ótimo etéreo ou mesmo inexistente -, faz de tudo para que nenhum dos bons possa fazer algo que beneficiará a população. A alegação é sempre a mesma: Não são divinos. Para essa trupe criminosa a ausência de divindade é um pecado gravíssimo que precisa ser expurgado. Afinal, onde já se viu fazer coisas boas e até excelentes, não é?

    A mídia está tentando fazer com o Prof. Olavo de Carvalho o que ela fez com Carlos Lacerda, Gustavo Corção e com o próprio Olavo: tornar a quantidade uma qualidade. Multiplicar o número de críticas vazias a fim de que essas críticas jamais possam ser respondidas uma a uma, devido ao volume de difamações.

    Disse o filósofo em suas redes sociais:

    Com tempo e calma, posso derrubar, uma a uma, todas as cretinices e invencionices que circulam a meu respeito. POR ISSO MESMO elas são postas em circulação TODAS AO MESMO TEMPO E EM QUANTIDADE INABARCÁVEL. Num confronto um a um, o analfabetismo funcional é a maior das fraquezas, mas, multiplicado pelo número de vozes numa gritaria infernal, ele cria uma barreira de malentendidos que nunca mais pode ser desfeita.

    Ele também lembra que nem mesmo o governo genocida dos soviéticos atacou tanto a honra de um único pensador como fazem com ele:

    Nunca, na história dos debates universais, se mobilizou tamanha máquina de assassinato de reputação contra um autor isolado, desprovido de qualquer cargo no governo ou patrocínio oficial (ou privado). Nem o governo soviético lançou tantos ataques simultâneos a qualquer escritor dissidente. O Brasil tem a glória de ser, até o momento, o campeão das lutas de UM MILHÃO CONTRA UM.

    Cansado de falar com incapazes, pessoas que jamais leram suas obras, acrescentou:

    Um repórter da New Yorker quer me entrevistar. Mandei responder que só aceito se ele ler primeiro os meus livros sobre Aristóteles, Descartes, Maquiavel, além de “O Jardim das Aflições”, de “A Filosofia e seu Inverso” e do debate com o Duguin — praticamente TUDO o que a mídia, ao falar de mim, esconde sob o tapete e substitui por versões idiotas de algumas opiniões soltas.

    O objetivo dessa caça às bruxas singular toda voltado ao filósofo é uma estratégia comunista já conhecida. Buscam deslegitimar a autoridade intelectual do homem mais influente do governo com o intuito de derrubar o próprio governo, dado que nenhum governo permanece de pé se suas propostas se tornam ridículas.

    Cabe salientar que nenhum pensador ou jornalista consegue ou conseguirá ridicularizar as obras do Prof. Olavo de Carvalho, mas a narrativa entregue para uma população com mais de 75% de analfabetos funcionais pode e terá efeito. Se os que conhecem sua obra não saírem em defesa do professor, quem perde é o governo, ou melhor, o Brasil, pois ele mesmo não tem nada a perder: seus cursos continuarão batendo os recordes de alunos e todo livro lançado será um best-seller.

    Urge sairmos em defesa daquele que nos deu esperanças e nos mostrou o caminho da sabedoria.

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