September 28, 2020

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    A Grande Mídia e sua competição de náuseas Featured

    Ocorrida a posse do presidente Jair Bolsonaro, o brasileiro médio se vê em uma posição de otimismo gerada pelas medidas já efetivadas pelo ainda incipiente governo. Não somente isso, o governo já nos brindou com a primeira composição ministerial a repudiar nomeações partidárias e ideológicas, e, assim, as instituições do Executivo parecem agora tratar pessoas como pessoas, e não como estatísticas ou objetos de interesses de blocos corporativos organizados, como até então se praticava. Assim, o poder parece estar aos poucos sendo entregue novamente para o povo, e o povo têm correspondido com esse fato: seja com o sentimento de uma “lua de mel” com o governo recém-formado, seja com sucessivas altas de ativos no mercado financeiro ou, mesmo, com uma discreta e fria aprovação diante das medidas iniciais.

    Por outro lado, a Grande Mídia, aqueles blocos decadentes que monopolizaram e parasitaram verbas publicitárias oriundas do poder público durante anos – nos quais o leitor imediatamente recordará de empresas como a Folha de SP, Globo, RBS, etc. – seguem com sua agenda particular de difamações baixas contra o Presidente da República e sua equipe ministerial. O bom senso já indica que, ao contrário da “entrega de informação” aos quais afirmam se prestar, essas facções midiáticas mais aparentam se encontrar em uma verdadeira competição de quem mente mais ou de quem está mais comprometido ideologicamente em destruir um governo que sequer possui uma semana. Em suma, diante do cenário, fica difícil de dizer quem se encontra mais competente em transformar a alimentação de seus conteúdos nefastos em náuseas cerebrais, já que a negativa popular, tanto de confiança como de paciência atual para notícias contendo má-fé ideológica, é certamente algo aproximado a cem por cento entre as pessoas normais e não histéricas.

    Importante atentar que os partidos de esquerda e as organizações criminosas que se auto intitularam “movimentos sociais”, tal como os próprios governantes de esquerda da América Latina, mudaram a estratégia. Estes, ou se encontram em regime de silêncio e medo, ou em regime de cessar-fogo, casos evidenciados pelas surpreendentes presenças de Evo Morales e Tabarez Vasquez na posse presidencial. Sobrou, neste período de absoluto temor pela abertura da “caixa preta” de seus desastrosos 13 anos de tentativa de implantação do comunismo, utilizarem o que restou de suas técnicas pavlovianas através de idiotas úteis usuais, como da maioria do plantel de artistas lotados no Projac da Globo ou de jornalistas da Grande Mídia.

    Assim, não há como negar: a massa de utilitários que hoje lota o entretenimento televisivo e as redações da Grande Mídia já preparam o terreno, não somente de defesa, mas de sobrevivência ao câncer comunista que hesita não mais em vencer, mas agora em apenas sobreviver. Isso porque, a nudez de seus atos até então ocultos provavelmente despertarão uma onda ainda mais reacionária em relação à própria existência do comunismo e de seus partidos no Brasil, seguindo efeitos fortes como ocorreu na Ucrânia e na Polônia. Portanto, muito aquém de uma informação contaminada com a fé ideológica desses blocos midiáticos, tudo não passa da velha revolução de massas histéricas, essas agora fadadas a desaparecer e serem chutadas pela própria população brasileira, que reagirá à inevitável pornografia administrativa dos ocultos anos petistas que está para ser revelada.

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