March 01, 2021

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    Ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), Rosa Weber acolheu um pedido feito pelas Procuradorias dos Estado de São Paulo, do Maranhão e da Bahia para que o Ministério da Saúde volte a financiar leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) destinados a pacientes com Covid-19.

    No dia 8 de fevereiro o governo do Maranhão apresentou uma ação no STF para que o Ministério da Saúde reabilitasse leitos de UTI custeados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e destinados a pacientes com Covid-19. Dois dias depois foi a vez do governo de São Paulo apresentar uma ação para reverter decisão de desabilitar leitos privados de UTI. Já a Procuradoria-Geral do Estado da Bahia protocolou a ação no dia 18.

    No começo do mês, o Ministério da Saúde havia informado que não havia nenhum ato administrativo de desabilitação de leitos de UTI para Covid-19.

    Segundo o governo de São Paulo, o Ministério da Saúde chegou a custear um total de 3.822 leitos de UTI em São Paulo no decorrer da pandemia, mas reduziu esse financiamento e “passou a subsidiar o funcionamento de apenas 564 leitos em 2021”, informou em nota. O governo estadual diz que, com a decisão, o Ministério da Saúde terá que arcar com um total de 3.258 leitos de UTI no estado.

    De acordo com a Procuradoria-Geral paulista, a decisão do STF "é uma grande vitória para o Estado de São Paulo".

    O governo da Bahia também afirmou que o número de leitos custeados pela União vinha sendo reduzido nos últimos meses e que solicitou a habilitação imediata de 462 leitos de UTI destinados a pacientes com Covid-19. Porém, as habilitações não teriam sido aprovadas pelo Ministério da Saúde.

    Nas redes sociais, o governador Flávio Dino também comemorou a decisão. “STF deferiu liminar determinando ao Ministério da Saúde repasses financeiros relativos a leitos de UTI no Maranhão. Ou seja, fica evidenciado que não se cuida de um ‘favor’, e sim de um direito dos estados e um dever do governo federal, segundo a Constituição e legislação do SUS.”

    FONTE: CNN

    Ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), Rosa Weber acolheu um pedido feito pelas Procuradorias dos Estado de São Paulo, do Maranhão e da Bahia para que o Ministério da Saúde volte a financiar leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) destinados a pacientes com Covid-19.

    No dia 8 de fevereiro o governo do Maranhão apresentou uma ação no STF para que o Ministério da Saúde reabilitasse leitos de UTI custeados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e destinados a pacientes com Covid-19. Dois dias depois foi a vez do governo de São Paulo apresentar uma ação para reverter decisão de desabilitar leitos privados de UTI. Já a Procuradoria-Geral do Estado da Bahia protocolou a ação no dia 18.

    No começo do mês, o Ministério da Saúde havia informado que não havia nenhum ato administrativo de desabilitação de leitos de UTI para Covid-19.

    Segundo o governo de São Paulo, o Ministério da Saúde chegou a custear um total de 3.822 leitos de UTI em São Paulo no decorrer da pandemia, mas reduziu esse financiamento e “passou a subsidiar o funcionamento de apenas 564 leitos em 2021”, informou em nota. O governo estadual diz que, com a decisão, o Ministério da Saúde terá que arcar com um total de 3.258 leitos de UTI no estado.

    De acordo com a Procuradoria-Geral paulista, a decisão do STF "é uma grande vitória para o Estado de São Paulo".

    O governo da Bahia também afirmou que o número de leitos custeados pela União vinha sendo reduzido nos últimos meses e que solicitou a habilitação imediata de 462 leitos de UTI destinados a pacientes com Covid-19. Porém, as habilitações não teriam sido aprovadas pelo Ministério da Saúde.

    Nas redes sociais, o governador Flávio Dino também comemorou a decisão. “STF deferiu liminar determinando ao Ministério da Saúde repasses financeiros relativos a leitos de UTI no Maranhão. Ou seja, fica evidenciado que não se cuida de um ‘favor’, e sim de um direito dos estados e um dever do governo federal, segundo a Constituição e legislação do SUS.”

    FONTE: CNN

    Cerca de 40 cães e 5 gatos considerados especiais aguardam um novo lar. Esses animais foram resgatados nas áreas atingidas após o rompimento de barragem, em Brumadinho. Outros 160 animais considerados “saudáveis” também estão disponíveis e podem ser adotados de forma online pelo site Me Leva pra Casa mantido pela mineradora Vale. 

    Segundo a mineradora, esses animais foram impactados direta ou indiretamente pelo rompimento da barragem B1, em Brumadinho. A maioria foi resgatada nas áreas atingidas, em residências nas comunidades, deixados por doação voluntária de seus tutores ou, em muitos casos, abandonados na entrada da Fazenda ou do Hospital Veterinário.

    Pets especiais

    São considerados especiais não somente os pets com problemas físicos, mas todos aqueles que necessitarão de cuidados especiais. Um gato ou cachorro idoso, por mais saudável que esteja, vai precisar de cuidados extras que, por vezes, afugentam os futuros adotantes.

    Entre as deficiências mais comuns são sequelas de atropelamentos e de maus-tratos, como cegueira, paralisia e amputação de algum membro. Há também casos em que o animal já nasce com algum tipo de deficiência e em outras situações, a deficiência é desenvolvida por um problema de saúde, como a diabetes e a Leishmaniose.

    “O adotante precisa ter esse amor e cuidado com animal de qualquer forma. No caso do pet especial realmente requer um pouco mais de atenção. Mas tendo essa consciência, não se torna um problema. A atenção, o carinho, a gratidão do animal super compensa essa atenção maior de que ele precisa. Normalmente, quem adota um animal especial tem vários momentos felizes. Pois medicado, cuidado, ele pode ter uma vida ‘normal’. Os pets velhinhos, em geral, são animais mais tranquilos, menos agitado que terão vários momentos de alegria”, afirmou a analista ambiental e gestora da Fazenda Abrigo de Fauna, Magda Castro.

    Segundo a gestora, a preferência no momento de adoção é por filhotes e a procura aumentou durante o período de isolamento social em virtude da pandemia de covid-19. Os animais são monitorados por seis meses pela equipe da Fazenda Abrigo de Fauna, que faz uma pesquisa para avaliar se o perfil do adotante é compatível com o animal procurado.

    “Também registramos devolução, mas não é comum. Tivemos casos em que um casal se separou, teve uma tutora que adoeceu e não teve mais condições de cuidar. Também já teve caso em que a gente recolheu o animal - nesse caso específico, o animal era mantido preso em uma guia e isso fere uma das liberdades do animal. Foram realizadas três visitas e, apesar dos avisos, o tutor manteve a condição e então recolhemos o animal. Mas não é comum a devolução, a grande maioria [das adoções] é bem sucedida”, explicou a Magda.

    A cadela Hanna é um dos animais disponíveis para adoção em Brumadinho e Região.
    A cadela Hanna é um dos animais disponíveis para adoção em Brumadinho e região metropolitana de Belo Horizonte - Divulgação/Vale

    Processo de adoção

    De acordo com a Vale, 135 pets “saudáveis” foram adotados ao longo do último ano através de processo conduzido de forma online. Pelo site, é possível ver fotos e informações sobre porte, sexo, saúde e comportamento dos bichinhos.

    A equipe de veterinários da Vale foi treinada para realizar entrevistas virtuais e todo o processo de adoção pode ser realizado também à distância. Em caso de sucesso, os veterinários realizam uma visita técnica na casa do interessado, uma vez que um pet especial precisa de um ambiente que seja passível de adaptação. A equipe faz a entrega do animal na residência do adotante em uma área de até 150 quilômetros de Belo Horizonte.

    “Em outros estados temos a restrição de entregar o animal. De toda forma, não é um impedimento. São considerados caso a caso. Neste momento, há três interessados em adoção no estado de São Paulo. Nestes casos, o interessado tem que vir buscar o animal”, explicou.

    Conheça aqui os animais que aguardam por adoção responsável. 

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

    Pesquisadores da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) realizaram uma pesquisa para avaliar os efeitos do estresse oxidativo em pacientes com quadro grave de covid-19. Após analisarem 77 pessoas, o estudo concluiu que a gravidade da doença não é fator determinante para provocar mudanças no sistema de defesa antioxidante.

    Segundo a PUC, a pesquisa é a primeira a apontar para essa conclusão. No entanto, o posicionamento não é definitivo, pois outras pesquisas sugerem que o estresse oxidativo pode sim agravar várias doenças.

    Durante a pesquisa, os pacientes, que estavam internados em um hospital em Curitiba, foram divididos entre os grupos com quadro de saúde moderado e com situação grave. No período avaliado concluiu-se que as pessoas com alta contagem de leucócitos e altos índices de PCR (Proteína C-reativa) permaneceram internados por mais tempo. Contudo, não foi encontrada relação entre a gravidade do quadro e o nível de estresse oxidativo.

    O estresse oxidativo ocorre a partir do desequilíbrio entre a formação de radicais livres, moléculas responsáveis por enfermidades, e a capacidade antioxidante (proteção) das células. Dessa forma, são formados mais radicais do que antioxidantes, causado danos às células e provocando o desenvolvimento e o agravamento de várias doenças.

    Os radicais livres também são necessários para as células e são produzidos naturalmente pelo organismo. No entanto, infecções podem aumentar a produção dos radicais.

    O estudo foi publicado revista científica internacional Free Radical Biology & Medicine.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

    Dois homens foram presos sob suspeita de tráfico de drogas no bairro de Pernambués, em Salvador, por volta das 10h35 da manhã desta quarta-feira (24). Guarnições da "Operação Garra" se encontravam em rondas na Saramandaia, quando populares informaram que haviam indivíduos traficando e portanto arma de fogo na rua Nova das flores Pernambués.

    Chegando ao local, os suspeitos tentaram fugir. Durante a incursão, foram alcançados dois deles. Em posse dos mesmos estavam 38 pinos com substâncias análogas a cocaína e 40 pinos com substâncias análogas a maconha. Eles foram conduzidos com o apoio da Polícia Militar para a Central de Flagrantes.

    FONTE: BNEWS

    Pouco mais de um ano depois do surgimento dos primeiros casos de Covid-19, cientistas ainda tentam entender os efeitos da doença sobre o corpo e por quanto tempo eles podem durar. 

    Uma pesquisa publicada na última semana no periódico médico Jama Network mostrou que 30% dos participantes ainda relatavam sintomas nove meses após contrair o vírus. A maior parte dos indivíduos acompanhados pelo estudo tiveram casos leves da doença. 

    Fadiga e perda do olfato ou paladar foram os sintomas mais comuns, mas problemas para respirar e confusão mental também foram relatados por alguns. 

    No Brasil, já há hospitais que oferecem reabilitação especializada para esses pacientes que continuam a sentir os efeitos da doença. 

    Heron Rached, coordenador do Centro de Cardiologia e do Centro de Tratamento Pós-Covid do Grupo Leforte, conta que vê um paralelo entre a gravidade da infecção e as sequelas deixadas.

    "Pacientes com infecções mais graves vão apresentar mais sequelas, a relação é proporcional. Mas isso não quer dizer que pacientes com infecções moderadas não apresentem", diz. 

    Ele cita um estudo, também publicado no Jama Network, em que pacientes pós-Covid foram submetidos a tomografias cardíacas. Dentre esses, um terço havia sido hospitalizado; o restante recebeu atendimento em pronto-socorro ou se tratou em casa e 78% deles tinham alguma sequela no coração. 

    "O que é importante que esse estudo mostra é que, mesmo que esses pacientes não sintam nenhuma manifestação clínica dessa alteração, existe uma sequela que não foi documentada. Precisamos ver como esses efeitos vão evoluir daqui a cinco, dez, quinze anos", diz. 

    Para ele, haverá um aumento de doenças associadas a esses efeitos no futuro. "Vai ser difícil atribuir a sequela à Covid, porque não temos como isolar e dizer que foi o vírus. Mas a prevalência de insuficiências renais, cardíacas, arritmias e infartos vai aumentar como resultado da pandemia", afirmou.

    "Isso é o que a gente está vendo no dia a dia: pacientes que tinham lesões estáveis que passaram a instabilizar depois de contrair a Covid". 

    Karina Tavares, fisioterapeuta do departamento de pacientes graves do Hospital Israelita Albert Einstein, cita ainda outras sequelas que podem ser deixadas pelo vírus. 

    Além do impacto respiratório, muscular, cardíaco e neurológico, ela lembra da parte psicológica. "Tem a questão do estresse pós-traumático, que pode acontecer com qualquer doença grave, mas que é agravado com a Covid, dá mais medo por ser uma doença nova", disse. "A pandemia também aumenta a ansiedade e transtornos psiquiátricos".

    Na experiência dela, a maior parte dos pacientes relata fadiga, que pode tanto estar relacionada à parte respiratória – afetada pela infecção – quanto à parte muscular, já que o paciente fica em repouso e tem menos apetite durante a fase aguda da doença. 

    Tratamento 

    Rached, do grupo Leforte, ressalta a importância de procurar atendimento mesmo depois de testar negativo para o vírus.

    "Imaginemos um paciente que sente um cansaço, mas que não faz o acompanhamento porque era tolerável. A longo prazo, ele pode ter um acometimento maior e um comprometimento da capacidade respiratória. Se ele tivesse sido acompanhado, poderíamos ter tratado anteriormente, com prejuízo menor à saúde", diz. 

    Ele diz que o programa de reabilitação é prescrito conforme a necessidade do paciente e pode envolver fisioterapia e exercícios de recondicionamento. 

    Tavares, do Einstein, complementa e diz que o paciente pode precisar de acompanhamento psicológico, de um terapeuta ocupacional e, às vezes, até de um fonoaudiólogo, pelos danos causados pela intrubação.

    "Tem várias áreas de atuação possível", declarou ela, acrescentando que, assim como não há protocolo padrão, ainda não há tempo estimado para o tratamento.

    "É importante destacar que não é todo mundo que vai ter sequela pós-Covid. Tudo depende de como cada indivíduo vai evoluir. Também não há um tempo de recuperação estimado. Alguns vão demandar um tempo maior de reabilitação", afirmou. 

    FONTE: CNN BRASIL

    O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, revogou medida do antecessor, Donald Trump, que vetava a entrada de alguns imigrantes no país por suposto "risco para o mercado de trabalho".

    Com a decisão, Biden inverteu com efeito imediato a decisão de Trump, anunciada em 22 de abril de 2020, nos primeiros meses da pandemia de covid-19, que atingiu duramente a economia dos EUA e atrasou a criação de emprego.

    A decisão de Trump, prorrogada em junho de 2020 e depois em 31 de dezembro de 2020, determinava a suspensão da entrada de imigrantes e não imigrantes que representassem risco durante a recuperação econômica, após a pandemia.

    Joe Biden defendeu agora que impedir a chegada dessas pessoas não faz avançar os interesses da América. "Pelo contrário", acrescentou, "prejudica os Estados Unidos, inclusive ao impedir membros de famílias de cidadãos americanos e residentes permanentes legítimos de se reunirem com familiares".

    De acordo com o decreto, a decisão do antecessor também prejudica as indústrias americanas que utilizam talentos de todo o mundo. Além disso, "prejudica os indivíduos que foram selecionados para receber a oportunidade de se candidatarem, e aqueles que receberam vistos de imigrantes por meio da Lotaria da Diversidade de Vistos".

    Além de reverter a decisão da administração anterior, Biden instruiu os secretários de Estado, Trabalho e Segurança Interna a reverem "quaisquer regulamentos, ordens, documentos de orientação, políticas e quaisquer outras ações similares" desenvolvidos sob o decreto anterior e, se necessário, emitir novas disposições, de acordo com a atual política.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

    Desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) decidiram suspender a deputada Flordelis do cargo, pelo período de um ano. A decisão foi tomada nesta terça-feira (23), por unanimidade, pelos três magistrados que compõem a câmara.

    A decisão será encaminhada dentro de 24 horas à Câmara dos Deputados, que dará a palavra final sobre a medida. Acompanharam o voto do relator, Celso Ferreira Filho, os desembargadores Antonio José Ferreira de Carvalho e Kátia Maria Amaral Jangutta.

    Flordelis é acusada de ser mandante do assassinato do próprio marido, o pastor Anderson do Carmo. Além do afastamento das atividades parlamentares, ela e mais 10 acusados, entre filhos naturais e adotivos, aguardam a decisão da 3ª Vara Criminal de Niterói para saber se irão a júri popular.

    O relator Celso Ferreira Filho destacou que a condição de parlamentar dá a Flordelis situação privilegiada em comparação à dos demais réus em relação a sua defesa no processo.

    “Inicialmente é de se assinalar ser irrefutável que a condição de parlamentar federal que ostenta, no momento, a ora recorrida, lhe proporciona uma situação vantajosa em relação aos demais corréus da ação penal originária. Tanto assim, que não foi ela levada ao cárcere. Inquestionável, também, que o poder político, administrativo e econômico da ora recorrida lhe assegura a utilização dos mais diversos meios, a fim de fazer prevalecer a sua tese defensiva”, escreveu o desembargador.

    A defesa da deputada Flordelis foi procurada para se posicionar sobre a decisão, mas ainda não se manifestou.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

    O governo Bahia ampliou o toque de recolher em grande parte do estado devido ao aumento da ocupação de leitos UTIs para o tratamento do novo coronavírus (covid-19), que atingiu a taxa de 80% neste domingo (21). O anúncio foi feito pelo governador Rui Costa, por meio das redes sociais.

    A restrição na circulação de pessoas nas ruas passa a valer das 20h às 5h e envolve 381 cidades baianas, até o próximo dia 28 de fevereiro. A região oeste é a única exceção. Inicialmente, um decreto determinava que as pessoas devem ficar em casa das 22h às 5h até o dia 25 de fevereiro.

    A determinação estabelece que o atendimento presencial em bares, restaurantes, lojas de conveniência e demais estabelecimentos similares que comercializem bebidas alcoólicas será encerrado às 18h. Apenas o delivery de alimentos fica permitido até as 23h. Já o transporte metropolitano (ônibus, metrô, ferryboat e lanchinhas) pode funcionar até as 20h30.

    Conforme o decreto, no período das 20h às 5h é permitido o deslocamento somente para ida a serviços de saúde ou farmácia, para compra de medicamentos, ou situações em que fique comprovada a urgência.

    Não são alcançados pelo decreto os serviços de limpeza pública e manutenção urbana; os serviços delivery de farmácia e medicamentos; e as atividades profissionais de transporte privado de passageiros.

    FONTE: AGÊNCIA BRASIL

    Dois suspeitos morreram após trocar tiros com a Polícia Militar durante uma operação no bairro de Castelo Branco, em Salvador, nesta quinta-feira (18). De acordo com a PM, os homens estavam em uma localidade conhecida como Antártica e atiraram contra os policiais e, durante o revide, foram atingidos.

    As guarnições da 50ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) chegaram a socorrer a dupla para o Hospital Eládio Lasserre, no entanto, eles não resistiram aos ferimentos. 

    Participaram da ação também a 3ª CIPM e o Grupamento Aéreo (Graer). 

    Com eles foram apreendidos dois revólveres calibre 38; grande quantidade de pinos contendo cocaína; um rádio comunicador; grande quantidade de maconha e pedras de crack; um caderno de anotações e R$95,00. 

    A ocorrência foi registrada na Corregedoria Geral da Polícia Militar.

    FONTE: BNEWS

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